quinta-feira, 22 outubro, 2026
Portal Viu
  •  
  • Política
  • Cidade
  • Fonte Exclusiva
  • Economia
  • Mundo
  • Opinião
  • D+News
  • Colunistas
  • Apuração Eleições 2026
Nada encontrado
Ver todos os resultados
Portal Viu
  •  
  • Política
  • Cidade
  • Fonte Exclusiva
  • Economia
  • Mundo
  • Opinião
  • D+News
  • Colunistas
  • Apuração Eleições 2026
Nada encontrado
Ver todos os resultados
Portal Viu
Nada encontrado
Ver todos os resultados

Youtube faz varredura inédita e apaga fake news sobre fraude nas eleições

Somam 45 os vídeos com enganação sobre fraude eleitoral apagados pelo YouTube

redacao Por redacao
09/06/2022 - 08:52
em Política
A A
Youtube apaga fake news sobre fraude nas eleições

Offline. Canais bolsonaristas tiveram vídeos removidos do YouTube por descumprimento a normas da plataforma | Reprodução

Compartilhar:

O YouTube apagou nos últimos dez dias ao menos 22 vídeos contendo desinformação e mentiras sobre a urna eletrônica e as eleições. A limpeza é a maior já feita pela plataforma desde que as novas regras da empresa sobre desinformação eleitoral começaram a valer, em março, de acordo com monitoramento da Novelo Data.

A ação foi posta em prática dois dias após reportagem do Jornal O GLOBO identificar 1.960 vídeos circulando na plataforma com mentiras sobre as eleições, totalizando 58 milhões de visualizações. O valor se reverteu em monetização de até R$ 1 milhão para youtubers bolsonaristas que produziram o conteúdo enganoso, segundo cálculo feito pela Novelo e agência Bites.

Somam 45 os vídeos com enganação sobre fraude eleitoral apagados pelo YouTube em menos de três meses, sendo quase 50% entre 31 de maio e 2 de junho — a empresa derrubou 11 deles em 1º de junho. A limpeza geral é maior. Houve a exclusão de outros vídeos acerca de temas que contrariavam as normas da plataforma, como bullying e Covid-19.

Um dos vídeos derrubados, do Canal Professor Bellei, afirmava que o segundo turno da eleição seria fraudado e pedia intervenção militar no país. Outro repercutia transmissão ao vivo de Jair Bolsonaro na qual o presidente prometia comprovar fraude nas urnas eletrônicas — o que ele mesmo assumiu posteriormente não ter em mãos.

Leia Também

STJ derruba condenação de Dr. Aluízio em processo por improbidade na Prefeitura de Macaé

Governo Trump custeou treinamento de dirigente da RenovaBR

O canal OPNews TV, do militante Walter Biancardine, com 10,5 mil inscritos, teve cinco vídeos excluídos em dois dias. Um deles afirmava que haveria “77% de chances de fraude” nas eleições. Há na leva também conteúdos dos canais bolsonaristas Folha Política e Jornal da Cidade Online.

A estratégia envolve jogar suspeição não apenas sobre o sistema eleitoral, mas também a respeito das pesquisas de intenção de voto — tidas por bolsonaristas como dados fraudados que corroborariam uma vitória falsa de adversários do presidente.

As teses se utilizam recorrentemente da descontextualização do noticiário. Um exemplo é a repercussão dada por bolsonaristas ao questionamento feito ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelas Forças Armadas, com a escolha de omitir a própria resposta do tribunal aos militares, reafirmando a segurança do sistema. Nunca houve fraudes desde que os equipamentos foram implantados.

Em sua política de combate à desinformação, o YouTube diz que não permite determinados tipos de informação incorreta que possam causar danos, incluindo conteúdo que interfere nos processos democráticos. “Conteúdo postado após a certificação dos resultados oficiais para promover alegações falsas de que fraudes, erros ou problemas técnicos generalizados mudaram o resultado de eleições nacionais anteriores”, diz a empresa.

A regra, no entanto, só se aplica às eleições americanas, às eleições federais da Alemanha de 2021 e à eleição presidencial do Brasil de 2018.

A iniciativa derrubou até um vídeo de Bolsonaro publicado em junho de 2021. Na publicação, o presidente abordava temas controversos (e que resvalam no limite das regras da plataforma) como tratamento precoce, Covid, lockdown, CPI da Covid e voto auditável — por isso, não é possível saber se o tema eleitoral foi o responsável pela exclusão.

Em nota, o YouTube explica que todos os conteúdos precisam seguir suas Diretrizes de Comunidade e que conta com revisores e denúncias de usuários para “identificar materiais com conteúdo suspeito e manter a comunidade da plataforma segura”. Diz ainda que tem elaborado políticas e sistemas “para reduzir a disseminação de informações enganosas”.

Trata-se da 36ª punição feita pelo YouTube a Bolsonaro, e mesmo assim seu canal segue funcionando. A pandemia foi o assunto abordado pelo presidente que mais levou à derrubada de suas publicações. Em geral, continham desinformação e notícias falsas sobre o coronavírus e a hidroxicloroquina.

Os conteúdos com ataques às urnas explodiram em 2018, ano da vitória de Bolsonaro — três dos vídeos mais populares são daquele ano. Já sob a atual gestão, com a ofensiva propagada pelo presidente, a circulação entrou em patamar ainda mais elevado. Em 2020, quando ocorreram eleições municipais, o volume chegou a 197.

O número foi ultrapassado em larga escala pelos 1.212 vídeos de 2021, ano em que a proposta que previa o voto impresso, encampada por parlamentares bolsonaristas, foi derrotada na Câmara. Este ano, até o fim de maio, havia 128 vídeos endossando a desconfiança no pleito.

Em dezembro, O GLOBO mostrou que a plataforma de vídeos do Google funciona como o motor do ecossistema de páginas e canais da extrema-direita.

Um grupo de pesquisadores da UFBA e da UFSC coletou quatro milhões de mensagens publicadas em 150 chats (grupos e canais) bolsonaristas no Telegram, entre janeiro e outubro, e identificou uma avalanche de compartilhamentos de links da rede social de vídeos.

Offline. Canais bolsonaristas tiveram vídeos removidos do YouTube por descumprimento a normas da plataforma | Reprodução

Impulso no Telegram

A hipótese dos pesquisadores é que o Telegram, que passa por um boom de popularidade no país, funcione como um propulsor para a circulação de canais bolsonaristas do YouTube, plataforma que remunera produtores de conteúdo de acordo com o volume de acessos de cada página: entre US$ 0,25 e US$ 4,50 para cada mil visualizações.

Desta forma, o aplicativo, que permite grupos de até 200 mil membros e canais com quantidade ilimitada de inscritos, serviria também para driblar a baixa circulação imposta a vídeos ocultados por bolsonaristas para evitar que a plataforma os derrube por violação das políticas de uso.

Bem à frente das demais redes sociais, o YouTube teve links compartilhados 440,5 mil vezes nos chats monitorados por dez meses. Em seguida vinham Instagram (74,8 mil), Twitter (74,6 mil), Facebook (55,9 mil), e duas plataformas adotadas pela direita radical mundo afora: Getter (4,1 mil) e Parler (3,1 mil). Links do TikTok, por fim, circularam 2,6 mil vezes.

As informações são do Blog Sonar, do Jornal O GLOBO.

Tags: #Eleições 2022#Fake newsYouTube
Notícia anterior

Madrasta presa por envenenar enteados cuidou de crianças durante oito anos em projeto social

Próxima notícia

Mulher salva criança de abuso nos EUA ao enviar bilhete oferecendo ajuda

redacao

redacao

Próxima notícia
Saiba sofre a criança salva de abuso por funcionaria de restaurante nos EUA

Mulher salva criança de abuso nos EUA ao enviar bilhete oferecendo ajuda

Saiba sobre o adolescente que derrubou ataque russo com drone

Adolescente vira 'herói' na Ucrânia após pilotar drone que destruiu comboio russo

COLUNISTAS

Entre palcos e palanques: o meio artístico ganha protagonismo na reta final da eleição

Fabrício Cabral
21/10/2026 05:09

Temperança marca a transição para outubro com mensagem de equilíbrio e renovação

Carlos Fracho
28/09/2026 05:56

Na mira do MPRJ: Ala inaugurada em 2024 no Hospital Manoel Carola nunca funcionou 

Douglas Fernandes
25/09/2026 04:20

Mentira e eleição: quando convencer vale mais que dizer a verdade

João Vicente
15/09/2026 08:44

Frederico Paes e o governo que tenta trocar espetáculo por entrega em Campos

Roberto Barbosa
07/07/2026 11:23

STF e autismo: quando a condição precisa ser visível para ser reconhecida

Karoline Barbosa
28/05/2026 09:10

Thiago Rangel mantém influência na Alerj mesmo após afastamento, aponta blog

Mathilde no Poder
14/05/2026 10:05

A história de Jacyr Barbetto em Campos dos Goytacazes-RJ (Parte II)

Leonardo Santos
01/05/2026 11:30

EDITORIAS

Brasil Canal VIU Cidade Concurso Cultura D+News Economia Esporte Fonte Exclusiva GEEK Mundo Opinião Política Saúde Tecnologia
Portal Viu
Universidade Candido MendesO

 

Notícias das cidades do Estado do Rio de Janeiro, com destaque para Macaé e Campos dos Goytacazes, além dos principais acontecimentos do Brasil e do mundo.

Conheça o Portal VIU!

E-mail: [email protected]

  •  
  • Política
  • Cidade
  • Fonte Exclusiva
  • Economia
  • Mundo
  • Opinião
  • D+News
  • Colunistas
  • Apuração Eleições 2026

Nada encontrado
Ver todos os resultados
  •  
  • Política
  • Cidade
  • Fonte Exclusiva
  • Economia
  • Mundo
  • Opinião
  • D+News
  • Colunistas
  • Apuração Eleições 2026

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In
Brasil inteiroVer por estado
Carregando dados oficiais do TSE…
Fonte: TSEAcompanhar apuração completa →

Add New Playlist