O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (3) que a maioria dos membros do Hamas “está cercada” e que basta uma ordem para “acabar com suas vidas”. Em sua postagem no Truth Social, Trump destacou que, em retaliação ao ataque de 7 de outubro de 2023, mais de 25 mil combatentes do Hamas já foram mortos, e que os remanescentes estão encurralados, aguardando seu comando para uma ofensiva final.
Trump pediu que todos os civis palestinos deixem imediatamente as áreas mais perigosas de Gaza, prometendo que serão bem cuidados em zonas mais seguras. O presidente ainda ofereceu ao Hamas uma “última chance” para aceitar um acordo de paz que conta com a assinatura de Israel e o apoio de poderosas nações do Oriente Médio, além dos Estados Unidos. O prazo estabelecido é até as 18h de domingo (horário de Washington, D.C.). Caso contrário, alertou, “um inferno jamais visto cairá sobre o Hamas”.
Resposta do Hamas
Horas depois do ultimato de Trump, o grupo terrorista Hamas anunciou nesta sexta-feira (3) que concorda em liberar todos os reféns israelenses, vivos ou mortos, conforme os termos da proposta de cessar-fogo apresentada pelo presidente americano. Em comunicado, o Hamas sinalizou disposição para iniciar negociações imediatas para discutir os detalhes do acordo.
Porém, o grupo ressaltou que a aceitação integral do plano da Casa Branca depende de uma posição nacional unificada dos palestinos, baseada nas leis e resoluções internacionais. “Quanto às demais questões apresentadas na proposta do presidente Trump que dizem respeito ao futuro da Faixa de Gaza e aos direitos legítimos do povo palestino, isso está vinculado a uma posição nacional unificada e fundamentada nas leis e resoluções internacionais pertinentes, a ser discutida em um quadro nacional palestino amplo, do qual o Hamas fará parte e contribuirá com plena responsabilidade”, afirma o texto.
Da Agência Fonte Exclusiva








