Depois de 15 horas, decisão da Corte de Brasília ainda não foi comunicada oficialmente ao juiz da 100ª Zona Eleitoral;
Da redação
Mais de 15 horas após a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que determinou a imediata revogação da prisão cautelar do ex-governador Anthony Garotinho em domicilio, a desembargadora do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Cristina Feijó, ainda não enviou um ofício ao juiz da 100ª Zona Eleitoral, Ralph Manhães.
Com isso, até o final da tarde desta quarta-feira o ex-governador continuava recolhido em sua residência no bairro da Lapa, na cidade de Campos dos Goytacazes, Norte do Estado do Rio.
Relatora do HC no TRE, Feijó foi notificada pelo TSE às 24h04m desta quarta-feira, poucas horas após o julgamento, que consideraram a prisão “arbitrária”.
Nesta quarta-feira, o advogado de defesa, Antônio Maurício Costa, ligou para a assessoria da desembargadora e foi informado que ela só iria analisar o ofício após a sessão plenária do TRE.
A defesa informa que foi protocolada no TSE, na tarde desta quarta-feira, um pedido para que seja determinado o cumprimento imediato da decisão do tribunal no sentido de revogar a prisão do ex-governador. Em novo despacho, o ministro Tarcísio Vieira determinou o cumprimento imediato da sentença.
PS. No início da noite desta quarta-feira, o TRE expediu o alvará de soltura.
Atualizada em 27/09/2017 às 18h40min
*Agência VIU!








