O ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio, deputado Paulo Melo (MDB), voltou a ser preso pela força-tarefa da Operação Lava Jato nesta quinta-feira (14), desta vez, no âmbito da Operação Favorito.
O parlamentar que já estava afastado das funções legislativas por determinação da justiça, é acusado de integrar uma organização criminosa, juntamente com o empresário Mário Peixoto, para desviar recursos públicos destinados à área de saúde do Estado.
Peixoto que é dono de várias empresas que prestam serviços ao governo estadual, também foi preso durante a operação.
As investigações são desdobramentos das operações Descontrole, Quinto do Ouro e Cadeia Velha, que apuram superfaturamento em obras do governo do Estado há mais de 10 anos.
O esquema favorece conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ), deputados da Alerj, além de outros agentes públicos, através do fornecimento de mão-de-obra terceirizada para o estado e
De acordo com reportagem de O Dia, Paulo Melo foi preso em casa, na capital, e Mário Peixoto em uma mansão de Angra dos Reis, na região da Costa Verde.
Em um endereço no Rio, os policiais encontraram R$ 21 mil em espécie. Já em outro endereço na cidade de Valença, os agentes apreenderam R$ 1,589 milhão.
A quantia estava com um morador da capital que foi no município do Sul do estado.
De acordo com a Polícia Federal, a pessoa que estava com o valor, que era alvo de mandado de busca e apreensão, foi presa em flagrante por posse ilegal de arma de fogo








