Investimento de R$ 7,3 bilhões prevê ampliação no número de aeroportos e subsídios de assentos para as empresas que operam em rotas regionais
O governo Federal pretende investir R$ 7,3 bilhões para estimular o transporte aéreo de passageiros em voos regionais. O programa de Aviação Regional anunciado hoje (17/06) pelo secretário de Aviação Civil, Eliseu Padilha, prevê adequação e ampliação de 270 aeroportos regionais disponíveis para voos regulares e subsídios para a aviação regional.
Atualmente, cerca de 80 aeroportos operam aviação regular. O programa foi anunciado pelo ministro da Secretaria de Aviação Civil, Eliseu Padilha.
“O programa diz que vamos subvencionar, garantir para as empresas aéreas 50% dos assentos. O governo subsidia, paga 50%, com isso a gente garante o voo e garante o passageiro. As pessoas sabendo que tem o voo, começam a habituar-se a viajar de avião e começam a fazer disso sua rotina. Estamos conseguindo democratizar a viagem aérea, o custo da viagem aérea e, com isso, fazer com que todos os brasileiros tenham acesso”, explicou o ministro.
A expectativa é que no segundo semestre deste ano sejam iniciadas as primeiras licitações para o programa. Padilha participou do programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Empresa Brasileira de Comunicação em parceria com a Secretaria de Comunicação da Presidência da República.
O ministro citou a concessão dos aeroportos de Fortaleza, Porto Alegre, Florianópolis e Salvador anunciada no dia 9 na nova etapa do Programa de Investimento em Logística e falou sobre a reestruturação da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). A reestruturação vai resultar na criação de duas subsidiárias, a Infraero Participações e a Infraero Serviços.
“Com as concessões a Infraero perdeu receita e temos que reestruturar a empresa. Vamos criar a Infraero Serviços com uma empresa alemã para sermos um player de operação aeroportuária no Brasil e fora daqui. Vamos concorrer fora nas concessões também. Aqui no país vamos ter 270 aeroportos regionais e precisamos ter um ente do estado que tenha experiência para garantir a manutenção das operações no Brasil”, afirmou Padilha.
*Com informações da Agência Brasil








