O senador Flávio Bolsonaro voltou ao centro do debate político nesta quarta-feira (27) após conceder entrevista coletiva em Washington, logo depois de um encontro na Casa Branca com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Durante a conversa com jornalistas, o parlamentar foi questionado sobre os possíveis impactos do encontro internacional em sua pré-candidatura à Presidência da República e sobre recentes controvérsias envolvendo o empresário Daniel Vorcaro.
Flávio rejeitou a ideia de desgaste político e afirmou que sua campanha segue sem abalos.
Ao comentar a reunião com Trump, o senador destacou que não houve qualquer declaração pública de apoio eleitoral por parte do presidente norte-americano. Segundo ele, manifestações desse tipo poderiam ser interpretadas como interferência em assuntos internos do Brasil.
Na sequência, Flávio Bolsonaro direcionou críticas ao ex-presidente dos Estados Unidos Joe Biden. O senador declarou que aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro teriam sido prejudicados durante as eleições de 2022 por ações financiadas pela USAID, agência ligada ao governo norte-americano.
Segundo Flávio, recursos teriam sido utilizados para apoiar iniciativas relacionadas à comunicação política, checagem de informações e fortalecimento de grupos ideológicos no Brasil.
O senador afirmou que considera esse tipo de atuação uma forma de interferência internacional no processo democrático brasileiro.
As declarações ocorreram em meio às articulações políticas para a sucessão presidencial e reforçam o alinhamento entre integrantes da direita brasileira e lideranças conservadoras dos Estados Unidos.
O encontro com Trump também amplia a presença internacional de Flávio Bolsonaro em um momento de intensificação das movimentações políticas visando as eleições presidenciais dos próximos anos.
*Da Agência Fonte Exclusiva








