Dois dias depois de ser ouvido na CPI do BNDES, na Câmara dos Deputados, o empresário Eike Batista foi preso pela segunda vez nesta quinta-feira (08), no âmbito da Operação Lava Jato.
De acordo com o site UOL, o empresário estava em sua cas, no Jardim Botânico, no Rio de Janeiro, quando os Policiais Federais chegaram para executar os mandados de prisão.
Também estão sendo cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, três dos quais nos endereços de Eike e de seus dois filhos, Thor e Olin, todos no Rio, segundo confirmou ao UOL o advogado da família, Fernando Martins.
Os mandados foram expedidos pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio e, segundo a PF, a ação tem o objetivo de buscar provas para investigação que apura manipulação do mercado de capitais e lavagem de dinheiro.
A defesa afirma que, “assim que obtiver acesso aos autos e motivos que fundamentaram a prisão de Eike Batista apresentará recurso, porque certamente essa nova ordem de prisão, assim como a anterior, carece de amparo legal”.
Eike foi preso pela primeira vez, preventivamente (sem prazo), em 30 de janeiro de 2017 no aeroporto do Galeão, no Rio, logo após de desembarcar de um voo que o trazia de Nova York – a prisão havia sido decretada quatro dias antes, depois que dois doleiros contaram em acordos de delação que Eike teria pago US$ 16,5 milhões de propina ao ex-governador do Rio Sergio Cabral, que está preso.








