Ex-subsecretário de Transportes Luiz Carlos Veloso, que estaria fazendo delação premiada, foi beneficiado por decisão do juiz Marcelo Bretas;
Da redação
O juiz da 7ª Vara Federal Criminal, Marcelo Bretas, responsável pelos processos da Operação Lava Jato e seus desdobramentos no Rio de Janeiro, concedeu prisão domiciliar ao ex-subsecretário de Estado de Transpores Luiz Carlos Veloso.
Preso quando ocupava a subsecretária estadual de Turismo do governo Luiz Fernando Pezão, ele estava preso desde março, acusado de envolvimento em esquema de recebimento de propina de construtoras da Linha 4 do metrô.
Na época, Veloso era subsecretário, um dos homens de confiança do então secretário e atual vice-líder do governo Temer na Câmara, Júlio Lopes (PP).
Em sua decisão, Bretas considerou que Veloso estava colaborando com a Justiça e que não havia mais necessidade de sua prisão provisória. No entanto, o juiz não aceitou o pedido da defesa de revogação da prisão preventiva, e decidiu pelo regime de prisão domiciliar.
Veloso admitiu que por quatro vezes recebeu altas somas de dinheiro das construturas Odebrecht e Carioca Engenharia, em valores superiores a R$ 300 mil, mas disse que ficou com apenas parte deste total, entre R$ 80 mil e R$ 100 mil. O ex-subsecretário admitiu que tinha ciência de que se tratava de dinheiro ilícito.
*Agência VIU! com EBC








