Partidos do Centrão que garantiram governabilidade a Michel Temer embarcam no projeto tucano;
As alianças para a sucessão presidencial estão em uma volatilidade que impressiona. Até a semana passada, os partidos que integram os centrão estavam propensos a marchar com Ciro Gomes (PDT). Nas últimas 48 horas, no entanto, a canoa virou.
Capitaneados pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), o núcleo agarrou-se à candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB). Com isso, o tucano já tem apoio fechado, além do DEM, do PR (que deverá indicar o vice na chapa), PHS, PP, PT, PSD, PV, Solidariedade, PPS, PRB e PTB.
Alckmin ganhará ainda neste sábado (21) o apoio do Avante, que estará realizando convenção no Centro Recreativo Mineiro, em Belo Horizonte. Terá os votos do diretório do Rio. Portanto, o “picolé de chuchu” já sairá do freezer com o maior tempo de rádio e TV.
A eleição de 2018 será atípica. Há um fatores que precisam ser levados em conta: Será, por exemplo, um pleito em que rádio e TV terão um protagonismo menor. Será o reinado da plataforma mobile (Smartphones) e das redes sociais, principalmente do Whatsapp. O arco de alianças, por outro lado, servirá como justificativa para a mídia corporativa justificar maior visibilidade na cobertura de agenda de campanha. O desenha traça Alckmin como futuro rei dos noticiários da Globo.
Enquanto a canoa tucana recebe os passageiros da base aliada de Temer, Ciro Gomes deverá estreitar diálogo com o PSB e PC do B. Já o PT, continuará marchando para o sacrífico com Lula preso e ainda assim candidato.








