Beyoncé despontou na noite de domingo (05/02) como a grande vencedora do Grammy 2023.
Ela ganhou quatro dos nove prêmios a que foi indicada — e bateu o recorde de 32 gramofones, se tornando a maior vencedora do Grammy da história.
Mas o principal prêmio da noite foi para Harry Styles, que levou o gramofone de álbum do ano por Harry’s House; enquanto Lizzo conquistou o Grammy de melhor gravação do ano com o hit About Damn Time.
Anitta, que foi indicada como artista revelação do ano (a primeira brasileira em décadas a disputar a categoria), não levou o prêmio — a vencedora foi Samara Joy.
A seguir, confira a lista dos principais vencedores.
Álbum do ano: Harry’s House – Harry Styles
Gravação do ano: About Damn Time – Lizzo
Música do ano: Just Like That – Bonnie Raitt
Artista revelação: Samara Joy
Melhor gravação dance/eletrônica: Break My Soul – Beyoncé
Melhor música de R&B: Cuff It – Beyoncé, Denisia “Blu June” Andrews, Mary Christine Brockert, Brittany “Chi” Coney, Terius “The-Dream”, Gesteelde-Diamant, Morten Ristorp, Nile Rodgers e Raphael Saadiq
Melhor álbum dance/eletrônica: Reinassance – Beyoncé
Melhor performance de R&B tradicional: Plastic Off The Sofa – Beyoncé
Melhor álbum pop vocal: Harry’s House – Harry Styles
Melhor performance pop solo: Easy on Me – Adele
Melhor álbum de rock: Patient Number 9 – Ozzy Osbourne
Melhor performance de rock: Broken Horses – Brandi Carlile

50 anos de hip hop
Se o recorde de Beyoncé foi uma amostra do poder da música negra, a apresentação para celebrar os 50 anos do hip hop não ficou atrás.
É amplamente aceito que o gênero musical nasceu em uma festa organizada pelo DJ Kool Herc e sua irmã Cindy no Bronx, em Nova York, em agosto de 1973.
Para comemorar, subiram ao palco nesta edição dos Grammy alguns dos grandes nomes do hip hop — de pioneiros, como Grandmaster Flash, a novos talentos, como Lil Uzi Vert, passando por ícones como Queen Latifah, em uma série de performances explosivas.
Houve outras apresentações notáveis, como a de Harry Styles e a de Lizzo.
“Vocês estão prontos para um pouco de polêmica?”, perguntou Madonna aos presentes assim que pegou o microfone.
“Obrigada aos rebeldes que levaram os golpes e tornaram o caminho mais fácil para o resto de nós”, continuou. “Que saibam que os vemos, os ouvimos e, acima de tudo, os apreciamos”, concluiu, convidando Sam Smith e Kim Petras para interpretarem Unholy no palco.

Minutos antes, eles haviam ganhado o prêmio de melhor performance de dupla ou grupo pop, e com isso Petras fez história como a primeira artista transgênero a receber um Grammy.
A noite também foi especial para Viola Davis, que entrou para o seleto grupo de artistas classificados como EGOT, após ganhar um Grammy por seu audiolivro Finding Me.
EGOT é um acrônimo que se refere a quem conquistou quatro dos prêmios mais importantes da indústria de entretenimento nos Estados Unidos: um Emmy, um Grammy, um Oscar e um Tony.
Com informações da BBC Brasil.








