O homem que matou a tiro o policial Lucas Valença, conhecido como “Hipster da Federal”, agiu em legítima defesa. A conclusão é da Polícia Civil de Goiás, que enviou o inquérito à Justiça estadual na terça-feira (12).
Lucas morreu na noite de 2 de março de 2022, na área rural de Buritinópolis, no nordeste goiano. A família do policial federal disse que ele estava em surto. Segundo informações do Jornal Os investigadores confirmaram.
Assim como havia dito o atirado, os delegado escreveu na conclusão do iqnuérito que Lucas estava “transtornado, proferindo xingamentos e ameaças, no meio de surto psicótico, chegando a quebrar o padrão de energia da residência e, ao fim, arrombar a porta de acesso ao imóvel”.
O autor do disparo, o auxiliar de almoxarifado Marcony Pereira dos Anjos, de 29 anos, foi indiciado por posse ilegal de arma de fogo e responde em liberdade, após ser preso em flagrante, pagar fiança e ser liberado.
Em depoimento, o Marcony, contou que pegou uma espingarda quando, à noite, ouviu um estranho proferindo xingamentos e tentando arrombar a casa dele. O mesmo teria desligado energia de toda a propriedade.
O morador da chácara disse ainda que avisou que estava armado, mas o homem invadiu o imóvel. Por isso decidiu fazer o disparo.
Após religar o disjuntor de energia, ele viu a vítima baleada e chamou a Polícia Militar e uma ambulância.
Lucas Valença conhecido nacionalmente após escoltar o então deputado cassado Eduardo Cunha, em Brasília, e chamar a atenção pela postura.
Os traços masculinos e porte físico chamaram a atenção e também renderam o apelido de “policial gato”.








