Durante a viagem que realizou para Nova York em dezembro do ano passado, o secretário especial de Cultural Mario Frias realizou um teste de covid-19 no valor de R$ 1.849. Esta viagem custou R$ 39 mil aos cofres públicos, segundo o Portal da Transparência.
O valor do teste, no entanto, não está incluído neste montante. Segundo dados do mesmo portal, o secretário pediu ressarcimento pela “realização de teste molecular diagnóstico para Sars-Cov-2″, conhecido como PCR.
A viagem aconteceu entre os dias 15 e 18 de dezembro. De acordo com o Portal da Transparência, o secretário viajou aos Estados Unidos para participar da discussão de um projeto de audiovisual com o lutador de jiu-jitsu Renzo Gracie.
As informações foram publicadas inicialmente pelo blog do Lauro Jardim, no jornal O Globo.
Ainda segundo o Portal da Transparência, o lutador convidou Frias para apresentar um “projeto cultural envolvendo produção audiovisual, cultura e esporte”.
Os valores mais altos foram gastos em passagens aéreas: o bilhete de ida de Brasília a Nova York ficou em R$ 13 mil, mesmo valor da volta, totalizando R$ 26 mil.
Em seguida, o maior gasto foi em diárias, que servidores têm direito durante viagens oficiais, que custaram um total de R$ 12,7 mil.
Por fim, o valor do seguro, que ficou em R$ 305.
A Secretaria de Cultura ainda não se posicionou sobre a viagem de Frias.








