Grupo entra com ação contra o governo, mas terá que recolher custas de R$ 30 mil |
Ligados ao vereador Igor Sardinha (PRB), um grupo de grevistas da Guarda Municipal de Macaé, no Norte Fluminense, contabiliza a primeira derrota na justiça em ação movida contra o prefeito Dr. Aluízio.
O grupo pediu gratuidade numa ação que pede a implantação do plano de cargos e salários, mas o juiz entendeu que não cabe o benefício, porque os Guardas ganham um bom salário. Na mesma ação o magistrado determina o recolhimento de custas para dar prosseguimento ao processo. Valor da brincadeira: R$ 30 mil.
Mas o que está ruim tende a piorar. A Justiça não deverá reconhecer a legitimidade do SindGuarda, entidade sindical da categoria que está sem amparo junto ao Ministério do Trabalho. Segundo site do Ministério, a entidade perdeu a carga sindical. Portanto, o governo está numa situação confortável para descontar salários em decorrência de uma recente paralisação intempestiva.
Os Guardas pró-Sardinha está em confronto com o governo e apresenta uma pauta de reivindicação, que inclui reajuste de salário, plano de cargos, nivelamento e enquadramento, mas nas ruas diz que pedem apenas melhores condições de trabalho para melhor servir a população.
Bem o governo poderia aproveitar e atender o apelo no que se refere melhorar condições de serviços. Pode começar, por exemplo, exigindo o cumprimento da carga horária prevista no concurso, que é de 192 horas.








