O jornalista Carlos Cereto, que recentemente abandonou a Rede Globo, está sendo acusado de assédio moral e sexual contra funcionárias do SporTV. Cereto trabalhou por mais de 20 anos na emissora e foi pivô de um processo judicial por assédio moral que resultou em condenação contra Globo. Após sua saída da TV, mais denúncias emergem contra ele.
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Segundo o processo obtido pelo UOL, Cereto cometia assédio sexual e moral contra funcionárias. O documento ainda diz que o jornalista tinha preferência em ter como vítimas mulheres e outras testemunhas corroboraram as denúncias.
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Ainda de acordo com a reportagem, as denúncias foram enviadas ao setor de compliance e recursos humanos da Globo, mas não foram para a frente. A emissora se pronunciou, afirmando que “todo relato de assédio, moral ou sexual, é apurado criteriosamente assim que a empresa toma conhecimento. A Globo não tolera comportamentos abusivos em suas equipes e incentiva que qualquer abuso seja denunciado”, mas não disse se recebeu ou não as denúncias.
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Cereto nega as acusações e afirma que seu contrato com a Globo foi encerrado em um acordo mútuo. “Honestamente, não procede. Terei que me defender de alguma maneira. Isso não aconteceria sem que a Globo tomasse uma decisão. Segui na Globo por anos depois dessa ação, que é de 2016. A emissora tem um departamento de compliance, leva tudo isso muito a sério. Ainda fui transferido para o Rio depois, foi uma promoção, para apresentar o programa. Estou saindo de comum acordo”, diz o jornalista ao UOL.
As informações são da Microsoft News.








