O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta segunda-feira que o governo pode prorrogar o auxílio emergencial se a pandemia de Covid-19 “resistir” à vacinação. Na semana passada, Guedes já havia afirmado que a prorrogação do auxílio emergencial depende da pandemia.
— Estamos atentos à pandemia. Podemos estender o auxílio emergencial se a pandemia resistir ao nosso programa de vacinação em massa — disse o ministro, durante a quarta edição do Brasil Investment Forum, evento do governo voltado para investidores nacionais e estrangeiros.
Em busca de apoio: Guedes deve despachar mais vezes de São Paulo e se reunir com empresários
Ao abrir o mesmo evento, o presidente Jair Bolsonaro disse esperar que o país receba cerca de US$ 50 bilhões em investimentos e gere 22 mil empregos até o próximo ano.
O auxílio emergencial em 2021 (com pagamento médio de R$ 250) dura até o mês de julho. O governo tenta substituí-lo por um novo Bolsa Família, com mais famílias e com um valor maior. Mas não conseguiu ainda fechar o modelo do novo programa.
O Brasil vacinou mais de 22 milhões de pessoas com a segunda dose de vacinas contra Covid, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa consolidados neste domingo. São 22.063.266 doses aplicadas, o que corresponde a 10,42% da população do país. A primeira dose foi aplicada em 45.233.638 pessoas, o que equivale a 21,36% da população do país.
As informações são de O Globo.








