O presidente dos Estados Unidos 🇺🇸, Donald Trump, teve uma reunião acalorada com conselheiros na última sexta-feira, no Salão Oval da Casa Branca. Assessores voltaram a sugerir que ele usasse a lei marcial para reverter o resultado da eleição presidencial, na qual ele foi derrotado pelo democrata Joe Biden, e que a Venezuela estaria por trás das fraudes.
Mesmo com a ratificação da vitória de Biden pelo Colégio Eleitoral, na semana passada, Trump segue questionando o resultado. Ele chegou a prometer “um protesto selvagem” em Washington no dia 6, quando o Congresso se reúne para confirmar os resultados da eleição. Trump foi derrotado por Biden por mais de 7 milhões de votos.
Segundo relatos do jornal New York Times, a reunião teve gritos e muitas desavenças. Participaram além do presidente Sidney Katherine Powell, advogada e ex-promotora federal; o advogado pessoal de Trump, Rudolph Giuliani, por telefone; Michael Flynn, ex-assessor de segurança nacional do presidente, entre outros funcionários do alto escalão do governo.
Flynn teria sugerido novamente que Trump deveria invocar a lei marcial para reverter a derrota na eleição. No início da semana, ele havia feito o mesmo comentário. O jornal não informou qual teria sido a reação de Trump sobre a ideia.
Já Powel, advogada da campanha de Trump, vem insistindo na teoria de um plano venezuelano para fraudar urnas eletrônicas nos Estados Unidos. Assessores e pessoas próximas a Trump não estão convencidos da teoria, mesmo com ela apresentando alguns documentos para embasar a sua suspeita.
Outra ideia que surgiu na reunião foi a possibilidade do governo emitir uma ordem executiva que permitiria o acesso às urnas para inspeção.
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As informções são do UOL Notícias.








