O ministério da Economia avalia a possibilidade de estender o pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 até dezembro deste ano, segundo informa reportagem publicada pela Folha de São de Paulo.
O benefício foi criado para garantir renda mínima aos trabalhadores desempregados, informais e Microempreendedores Individuais (MEI). Inicialmente seria mantido nos meses de abril, maio e junho, sendo prorrogado pelos dois meses seguintes.
A equipe econômica avalia o impacto fiscal, mas a manutenção do benefício até o final do ano conteria as pressões políticas. O auxílio que também contempla as mães solteiras com pagamento de R$ 1.200 onera o governo em R$ 254,2 bilhões. É considerada a medida mais cara dentre as adotadas pelo governo para enfrentar os efeitos da pandemia do novo coronavírus.
Um das vozes dissonantes no governo, o ministro da Economia Paulo Guedes, propõe reduzir o valor do auxílio para R$ 200, só que uma eventual mudança no valor teria que passar pelo Congresso.
Quando a proposta foi votada na Câmara Federal, o governo chegou a propor o valor de R$ 200, mas o deputados elevaram o valor para R$ 600. O projeto aprovado na Câmara Federal permite que o governo prorrogue o pagamento, desde que mantenha os mesmos valores.








