Armação dos Búzios, o balneário mais charmoso da Região dos Lagos, no Estado do Rio de Janeiro, continua sendo o destino ideal para quem almeja curtir a temporada de verão. É um município privilegiado com belas praias e lindas paisagens.
Mas existem, pelo menos, quatro lugares que você não pode deixar de conhecer neste município que atrai turistas do mundo inteiro. Confira:
1 – ORLA BARDOT
Armação dos Búzios, uma cidade no litoral norte do Rio de Janeiro, era uma pacata vila de pescadores. Após a visita da estrela Brigitte Bardot no auge da fama, o balneário ganhou fama mundial. Desde então, Búzios nunca mais saiu de moda. As vitrines da Rua das Pedras, as excelentes infraestruturas de hotéis e restaurantes e a noite animada, fazem da cidade um dos destinos mais desejados no mundo inteiro. Sem contar as mais de 20 praias ao longo de toda a península.
Ícone de Búzios, a Orla Bardot é um dos retratos das belezas buzianas, reunindo bares, restaurantes, lojas, pousadas, sorveterias e boates. Ela abraça quem a visita com um clima extremamente bucólico, sempre com colorido emoldurado pelos barcos de pesca. Uma caminhada no calçadão, decks de madeira, bancos e jardins, que apresentam esculturas de visitantes famosos.
A orla recebeu esse nome em homenagem à atriz francesa Brigitte Bardot, uma apaixonada por Búzios. Além do nome, ela também foi homenageada com uma estátua. Assim como ela, o presidente Juscelino Kubitschek, o JK, ganhou uma escultura, próxima onde há a representação que homenageia os pescadores locais. O passeio é prazeroso a qualquer hora do dia, mas ao entardecer ele ganha as cores do pôr do sol e fica ainda mais encantador.
2 – PRAIA DOS OSSOS
Praia dos Ossos, o nome vem das ossadas oriundas da caça às baleias, realizada em Búzios a partir de 1730. Localizada em uma área histórica da cidade, ela dá acesso à Igreja de Sant’Anna, uma típica construção da época da pesca baleeira.

Com sua curta faixa de areia e águas calmas, é repleta de barquinhos de pesca. Sua orla arborizada tem antigas casas de pescadores que conservaram o estilo colonial original.
A praia dos Ossos está situada no prolongamento das praias da Azeda, Azedinha, João Fernandes, João Fernandinho, Armação e Orla Bardot. Fica próxima ao Centro do balneário, mas longe da agitação. Com uma beleza única, é um dos lugares mais charmosos da cidade.
3 – IGREJA DE SANT’ANNA
A Igreja de Sant’Anna é a única construção do período do ciclo da pesca das baleias e abriga a imagem da padroeira do balneário. Foi construída por volta de 1743 com pedra, cal e argamassa de óleo de baleia. Do alto de sua posição privilegiada, contornada pelo mar com barcos de pesca coloridos, a igreja possui um cenário extraordinário, tendo vista para as Praias da Armação e dos Ossos.

Têm-se dois relatos sobre a escolha do nome Igreja de Sant’Anna. A primeira versão conta que a igreja foi erguida por Brás de Pina, um contratador português, para homenagear a santa que teria salvado um barco com escravos, do naufrágio. A outra versão, é que a imagem de Sant’Anna foi encontrada no mar por pescadores e que a partir desse dia a pesca sempre foi boa.
Contam que, durante a construção, a imagem da santa mudava milagrosamente de posição, virando-se em direção ao mar durante a noite. Isso fez com que a capela fosse definitivamente construída voltada para o mar.
Sant’Anna é a padroeira de Búzios. No dia 26 de julho é comemorado o seu dia. A igreja continua aberta ao público com missas aos sábados, às 20h.
4 – PONTA DA LAGOINHA, O HIMALAIA BRASILEIRO
Localizada entre as praias da Ferradura e da Foca, a Ponta da Lagoinha é um pedaço do litoral de Búzios de grande interesse geológico. Ela atrai estudiosos, cientistas e turistas. É um lugar imperdível para quem quer fugir das praias e das baladas. O local possui beleza, história e tranquilidade.

A Ponta da Lagoinha é um dos lugares mais tranquilos para apreciar o pôr do sol, em Búzios. Reúne formações rochosas que formam piscinas naturais em um cenário encantador, envolvido pela vegetação típica do litoral. Da Ponta da Lagoinha têm-se uma linda vista da praia do Forno e das ilhas Âncora, Gravatás e Ilhotes.
O apelido, Himalaia brasileiro, vem das formações rochosas da região. Segundo especialistas, essas rochas faziam parte de uma cadeia de montanhas há 520 milhões de anos, quando houve a colisão de massas que formaram o paleocontinente Gondwana, semelhante ao que ocorre no Himalaia.
Este local é um dos bens tombados pelo governo do Estado do Rio de Janeiro desde 2003 e ainda contam com minérios como ferro, magnésio e cálcio.








