Coordenador da legenda no Norte e Noroeste Fluminense, Caio Vianna diz que bandeira será emprego e renda; Leia mais:
O vice-presidente regional do PDT, Caio Vianna, afirmou nesta terça-feira (19) que a legenda terá candidatura própria na sucessão municipal de 2020 na maior parte dos municípios do Norte e Noroeste Fluminense, regiões que estão sob sua coordenação por determinação do presidente nacional Carlos Lupi.
“As cidades estão se defrontando com transições de modelos administrativos e econômicos. A próxima eleição será um momento importante para o PDT se posicionar com o modelo de desenvolvimento valorizando a educação, a adoção de novas tecnologias e mecanismos para fomentar um novo ciclo econômico”, disse.
“O partido tem chances reais de vitória em várias cidades”.
APOSTA NA RENOVAÇÃO
Na cidade de Campos dos Goytacazes (RJ), o PDT iniciou um processo de renovação na eleição de 2016, quando lançou Caio Vianna na disputa sucessória. Ele que iniciou a pré-campanha com 1% das intenções de votos, ficou em terceiro lugar naquela eleição.
Ano passado disputou um mandato na Câmara Federal. Iniciou a campanha faltando pouco mais de 20 dias para a eleição, mas ainda assim foi o terceiro mais votado da legenda no Estado, ficando na primeira suplência, só sendo superado por dois deputados com mandato, Paulo Ramos e Chico D’Ângelo.
“O PDT tem projeto e quadro técnico para liderar uma retomada desenvolvimentista em Campos. Temos entre os militantes professores universitários, jovens profissionais recrutados nas melhores instituições de ensino desta cidade, alguns deles atualmente participando de experiências em universidades do exterior”, disse.
GOVERNO ARNALDO
O vice-presidente do PDT defende um resgate das experiências bem sucedidas das gestões do partido em nível local, principalmente o período em que cidade foi governada pelo seu pai Arnaldo Vianna.
“A gestão do meu pai pelo PDT é um fato histórico. Todas as pesquisas apontam que ele é considerado o melhor prefeito da história desta cidade”, lembra.
Atualmente, o pedetista avalia que o momento é de transição social e econômica, com necessidade de protagonismo da eficiência administrativa para alcançar o estágio de cidade inteligente.
“Estamos assistindo o esgotamento do ciclo do petróleo. A região que tornou-se petrorrentista ainda não encontrou novas vocações. É necessário fazer um chamamento público e estabelecer um pacto social para explorar novos caminhos. Só para ilustrar, estamos na era da inteligência artificial, a nossa oferta de energia é precária e a banda de internet local não atende as necessidades do mercado”, destacou.
“Negócios prosperam e acontecem em cidades com infraestrutura”.
INVESTIMENTO NA CONSTRUÇÃO CIVIL
O pedetista defende o aquecimento da economia local usando as obras públicas como fomento. O caminho, segundo ele, é explorar um formato de licitação que permita a inclusão de empresas locais nos certames.
“Os modelos de licitação que privilegia apenas empresas de fora provoca o vazamento da renda. O dinheiro não circula. Precisamos desonerar a produção, combater o desemprego e retomar os programas de renda mínima. É um desafio que só será alcançado com pacto social. Queremos pacificar esta cidade. Campos não pode ser uma praça de guerra”, destacou.
Com base nos números atuais, o pedetista assinala que o município enfrenta uma situação financeira delicada.
“O retrato atual não é bom. O município está sem capacidade de investimentos e o custo de vida para a população aumentou. O momento exige alternativas e cautela”, concluiu.








