quinta-feira, 22 outubro, 2026
Portal Viu
  •  
  • Política
  • Cidade
  • Fonte Exclusiva
  • Economia
  • Mundo
  • Opinião
  • D+News
  • Colunistas
  • Apuração Eleições 2026
Nada encontrado
Ver todos os resultados
Portal Viu
  •  
  • Política
  • Cidade
  • Fonte Exclusiva
  • Economia
  • Mundo
  • Opinião
  • D+News
  • Colunistas
  • Apuração Eleições 2026
Nada encontrado
Ver todos os resultados
Portal Viu
Nada encontrado
Ver todos os resultados

CNJ acaba com aposentadoria compulsória como punição máxima para juízes

Nova resolução substitui a aposentadoria compulsória pela disponibilidade para perda do cargo em casos graves

redacao Por redacao
06/08/2026 - 07:46
em Brasil
A A
CNJ extingue aposentadoria compulsória como punição máxima e regulamenta perda do cargo de juízes.

Reprodução | Agência CNJ

Compartilhar:

O Conselho Nacional de Justiça aprovou, nesta terça-feira (4), uma resolução que encerra a aposentadoria compulsória como punição disciplinar máxima para magistrados envolvidos em infrações graves.

A nova regra abre caminho para que juízes condenados em Processo Administrativo Disciplinar possam perder definitivamente o cargo em casos como corrupção, venda de sentenças, assédio moral, assédio sexual e outras condutas incompatíveis com a magistratura.

A mudança, porém, não permite que o CNJ determine diretamente a exoneração de um juiz vitalício. Quando entender que a gravidade da conduta justifica a perda do cargo, o Conselho poderá colocar o magistrado em disponibilidade e encaminhar o caso à Advocacia-Geral da União.

A AGU deverá então apresentar uma ação judicial diretamente ao Supremo Tribunal Federal. Caberá ao STF confirmar ou rejeitar a perda definitiva do cargo, garantindo ao magistrado o direito de defesa durante o processo.

Leia Também

Emissões de gases de efeito estufa caem 9% no Brasil em 2025

Prefeituras têm até 12 de dezembro para prestar contas sobre gestão de praias e orlas

O que muda na prática

Antes da alteração, a aposentadoria compulsória com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço era a sanção administrativa mais grave prevista para juízes vitalícios.

Isso significava que um magistrado afastado por uma infração grave deixava de exercer a função, mas continuava recebendo proventos proporcionais.

Com a nova resolução, o magistrado condenado poderá ser colocado em disponibilidade enquanto aguarda o julgamento da ação de perda do cargo. Caso o STF confirme a cassação, ele deixará definitivamente a magistratura e perderá o direito à remuneração vinculada ao cargo.

A disponibilidade não deve ser confundida com aposentadoria. Durante essa fase, o juiz permanece afastado das funções enquanto o procedimento judicial segue em andamento.

Decisão segue entendimento do STF

A resolução regulamenta um entendimento firmado pelo Supremo Tribunal Federal após a Reforma da Previdência de 2019.

O STF considerou que a aposentadoria compulsória deixou de ser compatível com o sistema constitucional como sanção disciplinar. A Corte entendeu que infrações de maior gravidade podem justificar a perda do cargo, desde que a medida seja confirmada judicialmente.

Ao analisar o tema, o ministro Flávio Dino afirmou que a aposentadoria não deve funcionar como uma recompensa para magistrados que pratiquem condutas incompatíveis com o cargo.

A Primeira Turma do Supremo manteve esse entendimento e definiu que, após a decisão administrativa do CNJ, a AGU deverá propor a ação de perda do cargo perante o próprio STF.

Histórico de punições

Entre 2006 e 2026, o CNJ aplicou a aposentadoria compulsória a 126 magistrados. O levantamento abrange juízes e desembargadores punidos por diferentes infrações disciplinares ao longo de duas décadas.

O número alimentou críticas ao modelo anterior, já que os magistrados deixavam de trabalhar, mas continuavam recebendo proventos proporcionais.

A nova regra não transforma automaticamente as aposentadorias já concedidas em demissões. Cada processo deverá observar as decisões judiciais e as garantias previstas na legislação.

Outras punições continuam válidas

A alteração não elimina as demais sanções disciplinares aplicáveis aos magistrados. Dependendo da gravidade da infração, o CNJ ainda poderá aplicar advertência, censura, remoção compulsória e disponibilidade.

A perda do cargo deverá ser reservada para as condutas mais graves e dependerá de maioria no julgamento administrativo, seguida da análise judicial.

Segundo o presidente do CNJ e do STF, ministro Edson Fachin, a medida representa uma mudança significativa na responsabilização dos magistrados e busca adequar as punições à gravidade das condutas.

*Da Agência Fonte Exclusiva

Tags: #PerdaDoCargo#PoderJudiciario#STF #AposentadoriaCompulsóriaCNJJuízesJustiçamagistratura
Notícia anterior

Produtos da CeraVe causam câncer? Entenda os processos e o que diz a FDA

Próxima notícia

Governo do Rio pede falência da Refit por dívida de R$ 25,7 bilhões

redacao

redacao

Próxima notícia
Governo do Rio pede à Justiça a falência da Refit por dívida tributária superior a R$ 25,7 bilhões.

Governo do Rio pede falência da Refit por dívida de R$ 25,7 bilhões

Campos mobilizou mais de 30 postos no Dia D de multivacinação deste sábado.

Caderneta atrasada? Macaé oferece vacinas em 45 unidades

COLUNISTAS

Entre palcos e palanques: o meio artístico ganha protagonismo na reta final da eleição

Fabrício Cabral
21/10/2026 05:09

Temperança marca a transição para outubro com mensagem de equilíbrio e renovação

Carlos Fracho
28/09/2026 05:56

Na mira do MPRJ: Ala inaugurada em 2024 no Hospital Manoel Carola nunca funcionou 

Douglas Fernandes
25/09/2026 04:20

Mentira e eleição: quando convencer vale mais que dizer a verdade

João Vicente
15/09/2026 08:44

Frederico Paes e o governo que tenta trocar espetáculo por entrega em Campos

Roberto Barbosa
07/07/2026 11:23

STF e autismo: quando a condição precisa ser visível para ser reconhecida

Karoline Barbosa
28/05/2026 09:10

Thiago Rangel mantém influência na Alerj mesmo após afastamento, aponta blog

Mathilde no Poder
14/05/2026 10:05

A história de Jacyr Barbetto em Campos dos Goytacazes-RJ (Parte II)

Leonardo Santos
01/05/2026 11:30

EDITORIAS

Brasil Canal VIU Cidade Concurso Cultura D+News Economia Esporte Fonte Exclusiva GEEK Mundo Opinião Política Saúde Tecnologia
Portal Viu
Universidade Candido MendesO

 

Notícias das cidades do Estado do Rio de Janeiro, com destaque para Macaé e Campos dos Goytacazes, além dos principais acontecimentos do Brasil e do mundo.

Conheça o Portal VIU!

E-mail: [email protected]

  •  
  • Política
  • Cidade
  • Fonte Exclusiva
  • Economia
  • Mundo
  • Opinião
  • D+News
  • Colunistas
  • Apuração Eleições 2026

Nada encontrado
Ver todos os resultados
  •  
  • Política
  • Cidade
  • Fonte Exclusiva
  • Economia
  • Mundo
  • Opinião
  • D+News
  • Colunistas
  • Apuração Eleições 2026

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In
Brasil inteiroVer por estado
Carregando dados oficiais do TSE…
Fonte: TSEAcompanhar apuração completa →

Add New Playlist