A Controladoria-Geral da União deu início à implantação da Rede Nacional de Integridade Pública, uma iniciativa criada para aproximar instituições públicas de diferentes áreas e esferas administrativas em torno de ações voltadas à ética, transparência e prevenção da corrupção.
O projeto será conduzido pela Secretaria de Integridade Pública e pretende reunir órgãos federais, estaduais e municipais, além de entidades vinculadas aos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
Entre os participantes previstos estão ministérios públicos, tribunais de contas, defensorias públicas, autarquias, fundações federais e conselhos profissionais.
A proposta integra as diretrizes do Plano de Integridade e Combate à Corrupção do governo federal e busca incentivar uma atuação mais colaborativa entre os órgãos públicos. A adesão será facultativa e sem qualquer tipo de remuneração, sendo considerada atividade de interesse público relevante.
Segundo a CGU, a rede funcionará como um espaço permanente de cooperação institucional. A ideia é promover troca de experiências, compartilhamento de metodologias, capacitação técnica e disseminação de iniciativas que já apresentaram resultados positivos em diferentes regiões do país.
A expectativa é que a integração fortaleça mecanismos de prevenção a irregularidades e estimule o aprimoramento das políticas de integridade dentro da administração pública brasileira.
Nos próximos meses, uma comissão provisória será responsável pela organização inicial da rede. O grupo terá como missão elaborar o regimento interno, preparar a primeira assembleia geral e coordenar o processo de escolha do Conselho Diretivo.
Instituições interessadas em participar poderão solicitar ingresso até 30 de junho de 2026. Para isso, será necessário preencher um formulário eletrônico no sistema e-CGU e apresentar documentos que comprovem atuação relacionada à área de integridade pública, além da indicação formal de um representante.
*Da Agência Fonte Exclusiva








