O jornalista Roberto Barbosa está ao vivo com o Direto da Redação abordando um tema que tem pesado diretamente no bolso dos brasileiros: o aumento considerado abusivo nos preços dos combustíveis em diferentes regiões do país.
Mesmo sem registro de desabastecimento, órgãos de fiscalização identificaram indícios de práticas irregulares envolvendo postos e distribuidoras. A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), vinculada ao Ministério da Justiça, iniciou uma força-tarefa em conjunto com Procons estaduais e municipais para combater essas distorções no mercado.
Até o momento, mais de mil postos de combustíveis já passaram por fiscalização, além de dezenas de distribuidoras que estão sob investigação. As penalidades aplicadas somam cerca de R$ 13 milhões, refletindo a gravidade das irregularidades encontradas.
Em alguns casos, foram identificados aumentos de até 300% nos preços, o que acendeu um alerta para possíveis práticas abusivas e prejuízo direto ao consumidor final.
O governo federal anunciou que, a partir desta semana, vai intensificar as ações de controle, incluindo a padronização das punições em todo o país e uma fiscalização mais rigorosa sobre as distribuidoras, consideradas peças-chave na cadeia de abastecimento.
A orientação é que consumidores denunciem irregularidades aos órgãos de defesa, como os Procons locais, sempre que identificarem preços incompatíveis com a média de mercado ou suspeitas de abuso.
Como denunciar
Consumidores podem registrar reclamações por meio dos canais oficiais dos Procons estaduais e municipais, além da plataforma consumidor.gov.br. É importante guardar comprovantes, como notas fiscais e registros de preços, para auxiliar nas investigações.
*Da Agência Fonte Exclusiva







