Conflito na comunidade do Jacarezinho já dura uma semana; policial civil morreu em troca de tiros;
Da redação
As Operações realizadas pelas polícias Civil e Militar em comunidades do Rio de Janeiro deixaram mais de 18 mil alunos sem aula nesta sexta-feira (18).
A Secretaria Municipal de Educação informou que 22 escolas, 16 creches e 16 espaços de desenvolvimento infantil não funcionaram nas comunidades.
COMUNIDADES SEM AULA
Maria da Graça | Higienópolis
Rocha | Jacaré/Jacarezinho
Cajueiro | Rocha Miranda
Antares | Rollas,
Cesarão | Costa Barros
Complexo do Chapadão | Complexo de Acari
Complexo da Maré e Manguinhos, na zona norte.
Nesta manhã, foram feitas operações pelas polícias nos complexos da Pedreira e do Chapadão, em Acari, e Cajueiro, Congonha, Jorge Turco.
Ontem (17), no Jacarezinho, onde um policial civil foi morto na semana passada, uma das ações terminou com um morto e um ferido. Os confrontos na região já duram uma semana, desde a morte de um policial civil.
Dias antes, a sede da Organização Não Governamental Viva Rio, que fica no Jacarezinho, foi alvejada, e o presidente da entidade, Antonio Carlos Costa, quase foi morto por rajadas disparadas de um helicóptero.
APURAÇÃO DE DENÚNCIAS
A Polícia Militar informou que agentes flagrados em vídeo discutindo com moradores – um deles dando tiros para o alto e agredindo uma mulher – na Favela do Cangulo, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense foram identificados pelo comando do 15º Batalhão de Duque de Caxias e estão presos administrativamente. O vídeo está circulando desde ontem (17) em redes sociais.
Em dado momento, um dos agentes xinga e ameaça prender os moradores se não calarem a boca. Uma moradora responde que eles não sabem se dá o respeito e que “é por isso que tem muitos que perdem a vida de bobeira” e irrita um dos agentes, que empurra a mulher e sai correndo atrás de outros moradores com a arma apontada para eles e, em seguida, dá tiros para o alto.
*Agência VIU!








