A Rússia realizou novos ataques em grande escala contra a Ucrânia, utilizando uma combinação de drones e mísseis de longo alcance, entre eles armamentos hipersônicos, segundo autoridades ucranianas. A ofensiva teve como foco alvos militares e estruturas consideradas estratégicas, ampliando a intensidade do conflito iniciado em 2022.
De acordo com informações divulgadas por Kiev, os bombardeios ocorreram durante a madrugada e atingiram diferentes regiões do país, incluindo áreas próximas à capital. Sistemas de defesa aérea foram acionados para tentar interceptar parte dos projéteis, mas algumas instalações militares e pontos de infraestrutura acabaram danificados.
Os mísseis hipersônicos, conhecidos pela alta velocidade e dificuldade de interceptação, chamaram a atenção das autoridades ucranianas. Esses armamentos podem ultrapassar múltiplas camadas de defesa e são considerados um dos recursos mais avançados do arsenal russo. Segundo o governo da Ucrânia, o uso desse tipo de míssil reforça a estratégia de Moscou de pressionar militarmente o país em meio ao impasse diplomático.
Além dos mísseis, dezenas de drones foram lançados simultaneamente, numa tentativa de sobrecarregar os sistemas de defesa. Algumas cidades registraram interrupções temporárias no fornecimento de energia e danos em instalações logísticas usadas pelas forças armadas ucranianas.
O governo ucraniano classificou os ataques como mais uma escalada do conflito e reiterou o pedido por reforço no apoio internacional, especialmente no fornecimento de sistemas de defesa aérea. Autoridades afirmam que, apesar dos danos, a capacidade operacional das forças do país segue ativa.
Do lado russo, o Ministério da Defesa informou que a operação teve como objetivo atingir alvos militares específicos e reduzir a capacidade de resposta da Ucrânia. Moscou sustenta que os ataques fazem parte de ações planejadas dentro do que chama de “operação militar especial”.
O novo episódio ocorre em um momento de tensão elevada no cenário internacional, com discussões diplomáticas em andamento e pressões de aliados ocidentais por uma solução negociada. Enquanto isso, a população civil segue enfrentando os impactos indiretos dos ataques, como alertas aéreos frequentes e restrições em serviços básicos.
*Da Agência Fonte Exclusiva








