Em um movimento que fortalece a integração regional e a soberania panamenha, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu seu homólogo do Panamá, José Raúl Mulino, no Palácio do Planalto. O chefe de estado brasileiro foi enfático ao reafirmar o apoio integral do Brasil à administração panamenha do Canal do Panamá, classificando-a como eficiente e respeitosa.
A declaração surge como uma resposta direta às recentes ameaças do ex-presidente dos EUA, Donald Trump, que sugeriu retomar o controle da via. Lula criticou tentativas externas de “instalar velhas hegemonias” e anunciou que o Brasil irá formalmente aderir ao Tratado de Neutralidade do Canal, já assinado por mais de 140 países.
Acordos para revolucionar a logística brasileira
O encontro resultou em avanços concretos. Os ministérios dos Portos e Aeroportos do Brasil e a Autoridade do Canal do Panamá firmaram um memorando de entendimento com o objetivo de:
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Otimizar e modernizar as exportações brasileiras.
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Promover o intercâmbio de informações e experiências.
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Estudar rotas marítimas e fluviais mais eficientes e sustentáveis.
Outro memorando foi assinado para cooperação nas áreas de desenvolvimento agrícola e pecuário, abrangendo inovação e sanidade.
Fechamento comercial da Embraer
Além dos acordos governamentais, a visita rendeu frutos comerciais. A Embraer anunciou a venda de quatro aeronaves A-29 Super Tucano para o Serviço Nacional Aeronaval do Panamá, fortalecendo a parceria estratégica entre os dois países.
Da Agência Fonte Exclusiva.








