Aos 44 anos, Roger Federer, amplamente considerado uma das maiores lendas do tênis, atingiu um marco que transcende as quadras: tornou-se oficialmente um bilionário. Segundo estimativas da Forbes, o patrimônio líquido do atleta suíço chega a US$ 1,1 bilhão (cerca de R$ 6,05 bilhões), um feito conquistado não apenas com suas vitórias esportivas, mas com uma mente empresarial afiada. As informações são da Forbes.
A base dessa fortuna monumental foi construída ao longo de 24 anos de carreira. Dentro das quadras, Federer acumulou US$ 131 milhões em premiações, 20 títulos de Grand Slam e 310 semanas como número 1 do mundo. No entanto, foi fora do circuito que seu sucesso financeiro realmente decolou. Ele arrecadou cerca de US$ 1 bilhão em patrocínios com marcas icônicas como Rolex, Mercedes-Benz e Moët & Chandon, tornando-se o atleta mais bem pago do mundo por 16 anos consecutivos.
O grande impulso para o status de bilionário, porém, veio de um investimento visionário. Em 2019, Federer se tornou acionista minoritário da On, uma marca suíça de tênis esportivos. Sua participação ativa no desenvolvimento de uma linha de tênis de quadra foi crucial. Com a abertura de capital da empresa em 2021, sua participação de aproximadamente 3% foi avaliada em mais de US$ 375 milhões, transformando a aposta em um de seus maiores trunfos financeiros.
Federer também demonstrou acume com outras ventures. Ele cofundou a agência de gestão Team8 e criou a Laver Cup, um torneio anual que se tornou um sucesso comercial. Além disso, investiu em startups inovadoras, como a empresa de alimentos plant-based NotCo.
Com isso, Roger Federer se torna o sétimo atleta a ingressar no “clube dos bilionários”, ao lado de nomes como Michael Jordan, LeBron James e Tiger Woods, provando que seu legado de excelência e elegância permanece mais vivo do que nunca.
Da Agência Fonte Exclusiva.








