Pequena turba do PT e PC do B tenta aparelhar Sindicato dos Servidores de Macaé para transformar em braço partidário
Da redação
Com a aproximação da data-base dos servidores de Macaé, que será em maio, um dos maiores entraves na luta por reajuste para a categoria não é governo do prefeito de Dr. Aluízio. O verdadeiro adversário é encarnado por um pequeno núcleo de servidores radicais egressos do PT e PC do B, que trava uma luta interna para assumir o controle do Sindicato dos Profissionais Servidores Públicos Municipais (Sindservi).
O grupo joga para rachar o movimento, porque está mais preocupado com eleição de partidos e da diretoria que só vai acontecer em 2020 do que propriamente com a política salarial. Em Macaé os servidores não tem aumento desde o ano passado e o sindicato trava disputas judiciais intensas com o governo.
NA IMAGEM ACIMA Os radicais Marcelo Puertas (PT) e Mirian Sesso (PC do B): tumulto e gritaria nas assembleias do Sindservi
Detalhe: o grupo radical já foi derrotado em várias eleições, porque a destemperança impõe entre os servidores o mesmo pavor que Donald Trump desperta entre os imigrantes nos EUA.
Um dos radicais responde pelo nome de Marcelo Puertas, chefe de gabinete do vereador Marcel Silvano (PR) e Mirian Sesso candidata derrotada à Câmara de Vereadores pelo PC do B.
Puertas é servidor da prefeitura, mas está à disposição do gabinete do vereador petista. Portanto, é do tipo que não gosta de colocar a mão na graxa e tem um salário turbinado no legislativo. Adora uma zona de conforto.
Na última assembleia geral da categoria, insatisfeito por ter uma proposta indeferida, Puerta sacou de um megafone da mochila e passou a tumultuar o ambiente diante de um Marcel Silvano, seu chefe que estava presente, que assistia o surto calado. Já Mirian Sesso também aderiu a gritaria. Resultado: a assembleia geral foi encerrada por conta da desordem.
PT e PC do B são legendas tarimbadas nessas disputas por controle de sindicatos. Costuma transformar essas entidades em braço auxiliar de partidos políticos, a exemplo do que fazem com o Sindicato dos Petroleiros (Sindpetro) e Sindicato dos Profissionais de Ensino (Sepe).
É a “esquerda” de porre e nostálgica no pós mensalão e pós lava jato.
A turma gosta de barulho, não acrescenta muita coisa, mas joga para atrapalhar. O máximo que conseguem é dividir o movimento cooptando servidores para movimentos do Sepe e outras entidades que não tem legitimidade na representação dos servidores.








