Os ladrões de floresta aumentam e ficam mais atrevidos e sofisticados a cada dia. Eles (os ladrões) estão usando o estado para vender terra pública na Amazônia. A disputa dos “Ladrões de floresta” esbarra na arte da grilagem principalmente no Estado do Pará.
A ação de profissionais para usar o estado na apropriação de terras públicas está aumentando e consequentemente vindo à tona em notas dadas pela imprensa e mais bem recentemente pelos veículos televisivos. Ainda muito tímida a denúncia, mas já com filmagem e fotos.
A série mais denunciadora, “Ladrões da floresta”, é uma reportagem de Fernanda Wenzel, realizada em parceria com Pulitzer Center e o Center for Climate Crime Analysis. O The Intercept Brasil nos apresenta um quadro real da situação dos garimpos ilegais na Amazônia, um investimento gigantesco e irregular, criminoso, em terras indígenas no norte do Brasil. Os maiores grileiros em áreas contínuas do Pará e a ação de profissionais para usar o estado na apropriação de terras públicas.
Chamados de Pilotos da Amazônia, os grileiros são parte de um aparato gigantesco que conta com 1.300 pistas clandestinas, sem possuírem registro. É mais que o total de pistas regularizadas na região.
Roubam nossas riquezas de maneira ilegal, nosso país se dobra diante de irregularidades tão dantescas e pouco nos chega de informação das atitudes tomadas para regularizar o garimpo – nossa riqueza sendo extirpada por uma monstra grilagem ilegal e conhecida. Sinceramente, o que fazem? Jair Bolsonaro apoia!
As pistas clandestinas não possuem controle de tráfego aéreo ou de quais cargas embarcam de avião ou nos aviões. Atividades criminosas, como a exploração de madeira, o tráfico de drogas e, principalmente, o ilegal garimpo de ouro, se aproveitam da falta desse controle.
O documentário “As Pistas da Destruição”, sobre o qual estou escrevendo, afirma que “o governo de extrema direita de Jair Bolsonaro apoia o garimpo mesmo que ele invada terras indígenas e áreas protegidas.” Que cúmulo! Isso resultou numa nova corrida do ouro, com a valorização de uma das principais peças da engrenagem de um garimpo: o piloto.
As pistas da destruição, como são chamadas as pistas de pouso clandestinas, encontram no Estado de Rondônia o local onde se sentem mais à vontade para realizar atos golpistas e terroristas. O jornal New York Times identificou 362 pistas de pouso clandestinas perto de áreas devastadas pelo garimpo ilegal na Amazônia, principalmente, a produção ilegal do garimpo de ouro. Isso é regra, não é exceção!
As Pistas da Destruição é um excelente documentário realizado em parceria pelos Pulitizer Center e o jornal New York Times, vídeo este que identificou muitas irregularidades, todas apoiadas e fomentadas pelo Sr. Presidente da República, Jair Bolsonaro. É o fim! Aliás, são vários fins!
Posso chamar isso tudo de grilagem maldita, pois é a entrega das nossas maiores riquezas na Amazônia à iniciativa criminosa, uma nova corrida do ouro, irregular, ilegal e bandida, pois a disputa de investidores irregulares do garimpo e agronegócio na Amazônia geram uma enorme e constante onda de grilagem e desmatamento na região.
Lucro com terras públicas! Com o apoio de Jair Bolsonaro! Que abuso, que absurdo, que crime hediondo, pois ao roubo da grilagem sucumbem nossas maiores riquezas localizadas na Amazônia: Terras públicas, Ouro, Pedras preciosas e principalmente nossa soberania! Corvos ladrões, assassinos e perdulários!








