A disputa eleitoral no Rio de Janeiro oscilou: enquanto o atual governador Cláudio Castro (PL) mantém 37% das intenções de voto, Marcelo Freixo (PSB), segue na segunda posição, mas subiu 5 pontos percentuais desde o último levantamento, e agora está com 27% dos votos.
A distância entre os dois, que era de 15 pontos percentuais no dia 6 de setembro, agora é de 10 pontos. Na sondagem anterior, Castro tinha 37% contra 22% de Freixo. A margem de erro da pesquisa é de três pontos, para mais ou menos.
Em eventual segundo turno, o candidato bolsonarista venceria com 45% das intenções de voto; Freixo tem 35% dos votos.
Veja o cenário da pesquisa estimulada:
Cláudio Castro (PL): 37%
Marcelo Freixo (PSB): 27%
Rodrigo Neves (PDT): 6%
Cyro Garcia (PSTU): 3%
Juliete Pantoja (UP): 2%
Wilson Witzel (PMB): 2%
Paulo Ganime (Novo): 2%
Eduardo Serra (PCB): 1%
Luiz Eugênio (PCO): 0%
Branco/nulo/nenhum:
Não sabe: 9%
Pesquisas eleitorais, como saber em quais posso confiar?
Em meio a essa diversidade de levantamentos existentes no Brasil, muitos eleitores não sabem em quais resultados acreditar.
No primeiro dia do ano passou a ser obrigatório (leia a resolução clicando aqui)o registro junto à Justiça Eleitoral de qualquer pesquisa pública relacionada às eleições para presidente e governador. Porém, se uma pesquisa está registrada não necessariamente significa que ela será confiável, isso porque não há nenhum tipo de fiscalização prévia sobre a metodologia desses levantamentos.
Atualmente, a confiabilidade das pesquisas é garantida no Brasil por meio da transparência. São algumas das informações que devem ser cadastradas junto à Justiça Eleitoral, tornando as pesquisas passíveis de contestação, caso qualquer irregularidade seja encontrada posteriormente:
Nome do contratante
Valor cobrado pela pesquisa
Origem dos recursos investidos
Metodologia
Período de realização
Sistema de fiscalização da coleta de dados
Tipo de questionário aplicado
As informações são do Yahoo.








