A blogueira Anna Carolina de Sousa Santos, de 32 anos, e as outras quatro acusadas de estelionato por aplicar o golpe do “motoboy” no Rio, já são consideradas foragidas da Justiça.
A ordem de prisão contra ela e Yasmin Navarro, de 25 anos, Mariana Serrano de Oliveira, de 27, Rayane Silva Sousa, de 28, e Gabriela Silva Vieira, de 20 anos, já está no sistema judicial desde a quinta-feira (12), quando o juiz Marcello Rubioli, da 1ª Vara Criminal Especializada, decretou novamente as prisões preventivas das acusadas, inclusive das que moram em São Paulo.
Em seu despacho, Rubioli citou inclusive a festa, que Rayane Silva Sousa ganhou quando teve sua prisão relaxada por falta de denúncia do Ministério Público.
“Quando das suas solturas, em grande festa zombavam da Justiça dizendo frases ofensivas como: ‘Se você é minha amiga e for presa já sabe’, ‘A recepção vai ficando cada vez melhor’”, escreveu o magistrado em sua decisão.
Defesas tentam reconsideração do juiz
As defesas das acusadas entraram com um pedido de reconsideração da decisão do juiz alegando que apenas uma delas participou da festa, e que as demais seguem vida pacata participando de cursos, faculdade e entrevistas de emprego.
“Entramos com o pedido de reconsideração, mas ele só deve ser avaliado na próxima semana. Até lá, as meninas ficam nessa situação de serem consideradas foragidas. Minhas clientes, Mariana, Gabriela e Yasmin, todas de São Paulo, seguem com suas vidas e jamais zombaram da Justiça. Elas estão estudando, outra participando de entrevista de emprego. Só queremos resolver essa situação e, se a reconsideração não for possível, tentar amenizar o sofrimento delas fazendo com que se entreguem espontaneamente”, disse ao G1 o advogado Norley Thomas Lauand.
Caso não consiga reverter a prisão, o advogado quer evitar que suas clientes passem novamente pelo processo de triagem e audiência de custódia.
Ele também quer que elas possam se apresentar com mantimentos e objetos de higiene, o que não tiveram da primeira vez que foram presas, já que as famílias eram de São Paulo e dependiam da confecção da carteirinha do sistema prisional daqui.
As informações são do G1.








