Com roupas usadas por bombeiros no passado, bailarinos homenageiam esses profissionais e fazem referência à marcenaria, arte histórica do país na cerimônia de abertura das Olimpíadas de Tóquio.
Depois, performance do premiado bailarino japonês Kazunori Kumagai. Ao final, aros olímpicos, de quatro metros de diâmetro, feitos de madeira, entram individualmente no estádio acompanhados por lanternas, mais uma marca da cultura japonesa, e são montados no centro da arena.
Os aros foram fabricados a partir de pinheiros plantados após os Jogos de Tóquio de 1964, quando atletas de todo o mundo trouxeram sementes e plantaram árvores no país. Após a montagem, mais fogos de artifício.
PREMIAÇÃO
Muhammad Yanus, empreendedor social e economista de Bangladesh, é o homenageado deste ano. Ele venceu o Nobel da Paz em 2006 por seu trabalho com as classes mais pobres.
Yunus agradece pelo prêmio remotamente por causa da pandemia e deseja sorte aos atletas.
O prêmio olímpico é concedido pelo COI para pessoas notáveis nas áreas de cultura, educação, desenvolvimento e paz.
Drones no céu
Drones fizeram o símbolo das Olimpíadas de Tóquio e um Globo de terrestre no céu. A trilha sonora é Imagine do John Lenon.
Jogos da diversidade
Além do equilíbrio de participantes entre homens e mulheres, os Jogos de Tóquio podem se orgulhar de outro número importante. Pelo menos 163 atletas gays, lésbicas, bissexuais, transgêneros, queer e não binários declarados publicamente estão em Tóquio para a Olímpiada, conforme divulgado pela Outsports.
O recorde representa mais que o dobro dos atletas da comunidade LGBTQIA+ presentes no Rio 2016, cerca de 56 e maior ainda dos 23 competidores que estiveram em Londres 2012.
“Competir nas Olimpíadas como um atleta assumidamente gay é incrível”, disse o nadador canadense Markus Thormeyer à Outsports.
“Ser capaz de competir com os melhores do mundo como meu eu mais autêntico nos maiores jogos multiesportivos internacionais mostra o quão longe chegamos na inclusão no esporte. Espero que, ao competir nesses Jogos, eu possa mostrar à comunidade LGBTQ que pertencemos e podemos alcançar qualquer coisa em que nos empenharmos. ”, completou.
São cerca de 27 países representados por atletas que assumiram sua orientação sexual, com os Estados Unidos na liderança (30), seguidos pelo Canadá (16), Grã-Bretanha (16), Holanda (16), Brasil (14), Austrália (12) e Nova Zelândia (10).
Fotos: Reuters e Getty Images







As informações são da FolhaPress e GE.








