Uma estudante paulista morreu no mesmo prédio e em circunstâncias semelhantes à do casal encontrado morto no Leblon na última terça-feira. O caso de Camila Paoliello Ribeiro, no entanto, aconteceu em setembro de 2012, de acordo com informações do jornal Extra.
Segundo a publicação, a estudante paulista de 24 anos foi encontrada sem vida no banheiro do apartamento 608 do Condomínio Solar Satélite, na Avenida Bartolomeu Mitre. Um amigo da jovem, que viera de São Paulo para visitá-la, deparou-se com seu corpo no box após notar que a mulher demorava exageradamente no banho.
O laudo complementar do exame de necropsia decretou, na época, que o óbito aconteceu por intoxicação, por “ação química”. O documento atestou a detecção de carboxihemoglobina no sangue acima de 40%, resultado à exposição ao monóxido de carbono vindo do aquecedor a gás do chuveiro.
Nove anos depois, Mateus Correia Viana e Nathalia Guzzardi Marques foram encontrados mortos no mesmo andar do condomínio, mas no apartamento 601. Como Camila, eles estavam no box do banheiro, com o chuveiro ligado.
A investigação apontou que, também como no caso de 2012, os óbitos de Mateus e Nathalia foram decorrentes de um problema no aquecedor localizado no banheiro do apartamento.
Aquecedor do apartamento não havia passado por perícia
Segundo a Naturgy, empresa que notifica os consumidores sobre o prazo para inspeções, o aquecedor do apartamento de Mateus não havia passado pela vistoria periódica obrigatória. O edifício estava com sua autovistoria em dia, mas, em dezembro de 2018, a prefeitura realizou um “comunicado de adequação de edificação”, com prazo até dezembro de 2023.
As informações são do Yahoo.








