A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta sexta-feira (11), o uso da vacina da Pfizer contra a Covid-19 em crianças maiores de 12 anos. A medida segue a tendência de outros países que já autorizaram o imunizante para a mesma faixa etária, como os Estados Unidos.
A Pfizer, que já tem registro definitivo de sua vacina no Brasil, havia entrado com pedido de autorização para incluir adolescentes em 31 de maio.
O Brasil fechou dois contratos de fornecimento com o laboratório norte-americano para receber 200 milhões de doses da vacina ainda neste ano. Além do imunizante da Pfizer, o país vem utilizando a CoronaVac e a vacina da AstraZeneca/Oxford em sua campanha de imunização nacional.
Governo Bolsonaro recusou imunizantes por preço abaixo do mercado
O governo de Jair Bolsonaro recusou vacinas da Pfizer no ano passado por metade do preço pago por Estados Unidos, Reino Unido e União Europeia. Os imunizantes, considerados em agosto de 2020 “caros” pelo então ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, teriam sido entregues em dezembro do ano passado a 10 dólares a doses. Estavam previstas inicialmente 70 milhões delas. As informações são da Folha de S.Paulo.
O Ministério da Saúde, agora comandado por Marcelo Queiroga, prevê R$ 30 bilhões para a vacinação no país. Essa valor equivale a 10% do auxílio emergencial em 2020 e também é menos do que os R$ 44 bi previsto para este ano como compensação pelo fechamento da economia.
EUA e Reino Unido, que já imunizaram 40% da população, pagaram 20 dólares pelas doses da Pfizer. Para a União Europeia, esse preço ficou em US$ 18,60.
No Brasil, as primeiras doses chegaram apenas em abril, oito meses depois do contato inicial.
As informações são do Yahoo.








