Atirador armado com um rifle e uma pistola atirou contra frequentadores de um clube noturno em Orlando, nos EUA |
Da redação |
Pelo menos 50 pessoas morreram e 53 ficaram feridas no tiroteio na boate Pulse, em Orlando, Flórida, nos Estados Unidos, ocorrido na madrugada deste domingo (12/06). “Muitas vidas foram perdidas. Há muitos corpos no local”, disseram autoridades policiais.
Inicialmente, a informação era que aproximadamente 20 pessoas tinham morrido após um homem abrir fogo contra pessoas que estava na boate, voltada para o público LGBT.
O FBI, a polícia federal norte-americana, classificou o incidente como “ato de terrorismo”. Um homem armado com um rifle e uma pistola atirou contra os frequentadores de clube noturno, na área central da cidade, e fez reféns por cerca de três horas. Depois de um período em que tentou negociar com o atirador, a polícia decidiu entrar no local e atirou no homem. Após o episódio na boate, foi declarado estado de emergência na Flórida e em Orlando.
A identidade do suspeito ainda não foi revelada. Uma testemunha que estava no clube disse que ouviu “20, 40, 50 tiros” e, então, “a música parou”. Um policial chegou a ser atingido no capacete. Os feridos foram levados para três hospitais da região.
As investigações consideram a possibilidade de o suspeito ter ligações com o islamismo radical. “Nossa comunidade é forte. Precisamos ajudar uns aos outros para lidar com essa situação”, afirmou o prefeito de Orlando, Buddy Dyer.
Em dois dias, este é já o segundo caso de tiroteio em Orlando. Na sexta-feira (10/06), um homem matou a tiros a cantora Cristina Grimmie após um show.
Os candidatos à Presidência dos Estados Unidos, Hillary Clinton e Donald Trump, se manifestaram sobre o atentado. Pelo Twitter, Hillary disse que acordou com “a notícia devastadora da Flórida”. “Enquanto esperamos para mais informações, meus pensamentos estão com as pessoas afetadas por este ato horrível”, escreveu a candidata democrata.
Também pelo Twitter, Trump disse que a polícia investiga a possibilidade de terrorismo. “Muitas pessoas mortas e feridas”, lamentou o republicano.








