Pré-candidato à Prefeitura de Campos (RJ), o programador de sistemas Caio Vianna demonstra domínio sobre o ambiente de tecnologia de informação, especialmente a programação na linguagem Python.
Nos últimos anos, no entanto, ele está mergulhado no curso de graduação em gestão pública, que será concluído este ano, segundo revela em entrevista ao Canal VIU!
Dividida em três blocos, a entrevista mostra um convidado descontraído, bem humorado até mesmo diante das provocações dos detratores na cidade em que a mídia é especializada em fofoca e que passa à margem de temas relevantes.
Candidato pela primeira vez em 2016, ele define aquele ano como início de uma grande experiência. “Foi uma candidatura que nasceu em nossas bases (do PDT)”, lembra.
Sobre a opção do pai naquela sucessão, que apoiou a candidatura de Geraldo Pudim, ele é taxativo: “Em primeiro lugar eu amo meu pai e não vou ficar aqui olhando pelo retrovisor para saber quem esteve ou não esteve comigo em 2016. O importante agora é pacificar a cidade. Não se pode pensar a cidade em função de apoios políticos. É preciso pensar a cidade em função de projetos”, afirmou.
Atualmente, tanto Arnaldo Vianna quanto Geraldo Pudim, estão integrados à candidatura de Caio Vianna no PDT.
Sobre a perspectiva do Supremo Tribunal Federal (STF) promover uma redistribuição de royalties do petróleo em julgamento que será realizado em abril deste ano, ele afirma que isso não o fará retroceder na disputa sucessória.
“A cidade precisará ser governada com royalties ou sem royalties. Não estou aqui para aparecer só nos momentos bons. Estou aqui para montar a melhor equipe técnica, preparada para governar a cidade”, afirmou.
Caio afirma que a cidade tem que buscar suas vocações econômicas, entre elas aproveitar a infraestrutura para se transformar em um grande centro logístico para os negócios e apoio operacional ao Porto do Açu.
Defende a utilização do orçamento municipal no fomento a economia local, adotando um formato de licitações que insiram as empresas locais na cadeia de fornecimento do município, além de sinalizar para exploração do turismo no Imbé e Rio Preto, duas regiões que atrai visitantes em função das belas cachoeiras. Também defende o Fundo de Desenvolvimento de Campos (Fundecam).
“Em duas décadas, o Fundecam foi o único projeto de fomento ao desenvolvimento criado no município. Se alguém acha que teve falhas, é uma questão de aperfeiçoar. Como tudo na vida, precisa de aprimoramento”, disse.
Sobre o futuro de Campos, diz que o município “precisa ficar a frente dos acontecimentos”.
“A cidade tem potencial, estou convicto disso. Campos não é esta cidade derrotada. Somos uma cidade pioneira. Fomos a primeira cidade da América Latina a ter luz elétrica”, lembra.







