É tenso o clima entre servidores da Prefeitura de Campos (RJ) e o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Siprosep), Sérgio Almeida.
Ao chegar para acompanhar a sessão extraordinária do legislativo nesta terça-feira (17), ele enfrentou uma categoria hostil. Foi agredido, desferiu socos, pontapés, mas teve que ser retirado do Palácio Nilo Peçanha, sede da Câmara de Vereadores, para que se evitasse uma tragédia.
Sob gritos de “sindicato do corrupto”, o sindicalista chegou a segurar na mureta temendo ser jogado de cima do primeiro andar do prédio.
A Câmara de Vereadores está votando projetos do executivo e o mais polêmico é o que altera pagamentos de auxílio alimentação e adicional de insalubridade aos servidores da saúde.
Sérgio Almeida enfrenta desgaste, porque a categoria aponta alinhamento da entidade com o governo municipal. Interessante observar que o Siprosep promoveu Ação Civil Pública que obteve uma liminar da 5ª Vara Cível obrigando o município a pagar o 13º salário dos servidores da ativa em parcela única, até o dia 20 de dezembro.
Em função da queda de receita, a Prefeitura tenta adiar o pagamento para 2020 e parcelar o abono em duas vezes.







