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VÍDEO: Mudanças na Polícia devem reacender o crime de Vila Nova

redacao Por redacao
11/01/2019 - 15:32 - atualizado em 14/01/2019 - 10:48
em Cidade
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Feminicídio de Vila Nova

Femincídio de Vila Nova, em Campos-RJ, poderá ser retomado pela Polícia | Foto: VIU!

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Imprensa de Campos (RJ) interessada poderá solicitar acesso ao misterioso conteúdo das investigações do caso Mônica Rangel, que envolveria o nome de um político local;   

*Da redação | Reportagem Especial

O Departamento Geral de Homicídios e Proteção à Pessoa (DGHPP), criado para substituir a Divisão de Homicídios (DH) no Estado do Rio de Janeiro, terá como foco principal a elucidação de assassinatos que estão com as investigações paradas no Estado.

Para dar conta de toda a demanda, a unidade receberá em breve dez novos profissionais, entre agentes e delegados. O novo órgão também pretende trabalhar com o máximo de transparência. A nova dinâmica de trabalho abre novas perspectivas para o trabalho da imprensa que poderá ter acesso aos inquéritos em algumas delegacias.

A segurança no Rio de Janeiro é um depósito de casos insolúveis e uma baú de inquéritos misteriosos. Na 134º Delegacia de Polícia, na cidade de Campos dos Goytacazes (RJ), por exemplo, o conteúdo do inquérito que apura a morte da jovem Mônica Gomes Rangel, de 29 anos, em março de 2017, é um desses mistérios. Ela foi executada a tiros, no distrito de Vila Nova, na frente da filha de 15 anos.

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O VÍDEO EXPLOSIVO DE MÔNICA 

O homicídio ocorreu na véspera do Dia Internacional da Mulher e gerou grande comoção. O assassino confesso é o ex-marido José Amaro, o Baianinho, que está preso. O crime foi passional. Ele teria confessado ter encontrado imagens que revelariam cenas de sexo entre a mulher e um suposto político do município.

Por razões desconhecidas, a imprensa nunca conseguiu acesso ao conteúdo do depoimento, principalmente após a prisão de Baianinho. O conteúdo agora poderá ser requisitado ao comando geral do setor de Homicídios no Rio de Janeiro, por meio de ofício.

O diretor do DGHPP, delegado Antônio Ricardo Lima Nunes, explica que a unidade vai retomar todas as investigações sem solução que ocorreram nos últimos 20 anos – tempo de prescrição do crime de homicídio. Segundo ele, todos os tipos de morte serão tratados da mesma forma.

“Se foi milícia, contravenção, tráfico ou qualquer outra organização criminosa, nós vamos chegar. A gente vai fazer de tudo para a investigação andar.  Melhorando o número de resolução dos casos, nós vamos começar a atacar as organizações criminosas, que são os principais fatores de homicídio no Rio de Janeiro”, afirma o delegado.

Embora o foco seja as organizações criminosas, o grupo também dará atenção às outras modalidades de homicídio, como latrocínio e feminicídio.

BALANÇO DE CASOS INSOLÚVEIS

A equipe do DGHPP fará um balanço de assassinatos não solucionados para identificar a taxa de elucidação de crimes da DH, que cuidava desses casos. Para isso, os casos serão divididos em cinco categorias: latrocínio, feminicídio, homicídios de agentes de segurança pública e policiais e outros homicídios.

“Nós já sabemos, por exemplo, que feminicídio tem um nível altíssimo de resolução. Crimes contra policiais, já chegamos em uma época de 50% [de taxa de elucidação]”, adianta o delegado.

Ele afirma ainda que a meta do Departamento Geral de Homicídios é diminuir consideravelmente o número de homicídios, bem como aumentar o índice de resoluções. “Essa já é uma prática na Polícia Civil, então em cima dos dados de anos anteriores, nós vamos trabalhar para estar sempre cumprindo esse objetivo”, reforça.

EQUIPE TERÁ REFORÇO

Além dos dez novos profissionais, a DGHPP receberá em breve novos agentes recém-formados, que aguardam serem alocados. Segundo o delegado Nunes, duas novas delegacias de homicídio também serão abertas: uma em Volta Redonda, interior do Rio, e a outra em Macaé, na Região dos Lagos.

A Baixada Fluminense também tem a previsão de receber uma Delegacia de Descoberta de Paradeiro, que, por enquanto, só funciona no município do Rio.

Departamento Geral de Homicídios e Proteção à Pessoa (DGHPP), criado para substituir a Divisão de Homicídios (DH), terá como foco principal a elucidação de assassinatos que estão com as investigações paradas no Rio de Janeiro. Para dar conta de toda a demanda, a unidade receberá em breve dez novos profissionais, entre agentes e delegados.

O diretor do DGHPP, delegado Antônio Ricardo Lima Nunes, explica que a unidade vai retomar todas as investigações sem solução que ocorreram nos últimos 20 anos – tempo de prescrição do crime de homicídio. Segundo ele, todos os tipos de morte serão tratados da mesma forma.

“Se foi milícia, contravenção, tráfico ou qualquer outra organização criminosa, nós vamos chegar. A gente vai fazer de tudo para a investigação andar.  Melhorando o número de resolução dos casos, nós vamos começar a atacar as organizações criminosas, que são os principais fatores de homicídio no Rio de Janeiro”, afirma o delegado.

Embora o foco seja as organizações criminosas, o grupo também dará atenção às outras modalidades de homicídio, como latrocínio e feminicídio.

FEMINICÍDIO COM BAIXO ÍNDICE DE RESOLUÇÃO

A equipe do DGHPP fará um balanço de assassinatos não solucionados para identificar a taxa de elucidação de crimes da DH, que cuidava desses casos. Para isso, os casos serão divididos em cinco categorias: latrocínio, feminicídio, homicídios de agentes de segurança pública e policiais e outros homicídios.

“Nós já sabemos, por exemplo, que feminicídio tem um nível altíssimo de resolução. Crimes contra policiais, já chegamos em uma época de 50% [de taxa de elucidação]”, adianta o delegado.

Ele afirma ainda que a meta do Departamento Geral de Homicídios é diminuir consideravelmente o número de homicídios, bem como aumentar o índice de resoluções. “Essa já é uma prática na Polícia Civil, então em cima dos dados de anos anteriores, nós vamos trabalhar para estar sempre cumprindo esse objetivo”, destaca.

DELEGACIA DE HOMICÍDIOS EM MACAÉ 

Além dos dez novos profissionais, a DGHPP receberá em breve novos agentes recém-formados, que aguardam serem alocados. Segundo o delegado Nunes, duas novas delegacias de homicídio também serão abertas: uma em Volta Redonda, interior do Rio, e a outra em Macaé, na Região dos Lagos.

A Baixada Fluminense também tem a previsão de receber uma Delegacia de Descoberta de Paradeiro, que, por enquanto, só funciona no município do Rio.

*Agência VIU com ABr

Tags: #FeminicídioCampos-RJCrime
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