Reportagem revela perseguição contra delegada e desqualifica versão da “imprensa amiga da polícia”; escrivão admite depoimentos em casas de beneficiários de programa social e testemunha diz que delegado não se identificava; (VÍDEO)
O jornal SBT Rio está sapateando com uma série de reportagem sobre a Operação Chequinho, realizada na cidade de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense em 2016.
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Fonte: SBT – Youtube
A partir do depoimento a delegada Carla de Melo Dolinski, a reportagem chegou aos descaminhos da Operação que prendeu o ex-governador Anthony Garotinho, vereadores e beneficiários do programa eleitoral Cheque Cidadão.
Na segunda série exibida nesta terça-feira (1º), a reportagem mostra que o depoimento da delegada que denunciou a realização de prisões abusivas, condutas indevidas de agentes no curso das investigações e até casos similares a tortura contra pessoas inocentes nunca constou nos processos e inquéritos sobre o caso.
A reportagem também desqualifica versões divulgadas por dois jornais em Campos dos Goytacazes (Folha da Manhã e Terceira Via) neste final de semana, que chegaram a afirmar que a denúncia da delegada foi arquivada no Tribunal de Justiça.
O caso a que os dois jornais locais se referem, na verdade, é sobre uma denúncia da ex-governadora Rosinha Garotinho contra o delegado Paulo Cassiano (foto), que comandou as investigações. Esta denúncia, sim, foi arquivada. Já o depoimento da delegada só foi revelado publicamente a partir das reportagens do SBT iniciada na segunda-feira (30). O episódio também é tema de reportagem no jornal O DIA.
O jornal do SBT também denuncia que a partir do depoimento, Carla de Melo Dolinski foi denunciada pelo delegado Paulo Cassiano por improbidade administrativa, por conta do uso de um veículo oficial.








