Magistrado que condenou ex-governador do Rio, Anthony Garotinho, nega que tenha se rebelado contra a decisão do ministro Gilmar Mendes;
Denunciado pelo ex-governador do Rio, Anthony Garotinho, no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o juiz Ralph Manhães, que preside o processo da Operação Chequinho na cidade de Campos dos Goytacazes, Norte Fluminense, deixou o colega de magistratura Glaucenir Oliveira entre as feras.
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Em defesa enviada ao CNJ, Manhães desmente as afirmações de Glaucenir no polêmico áudio compartilhado em um grupo de Whatsapp. Na ocasião, Glaucenir criticou a decisão do ministro Gilmar Mendes, que concedeu um habeas corpus a Garotinho e dizia que o “negócio custara uma mala de dinheiro”. LEIA NA ÍNTEGRA:
No mesmo áudio, Glaucenir afirmava ter conversado com Ralph Manhães e que o colega, por inconformismo, tinha manifestado intenção de se dar por suspeito para continuar atuando no processo. Ralph desmente. Diz que nunca participou do grupo de Whatsapp e muito menos conversou com Glaucenir Oliveira sobre o assunto, assim como não tocou um dedo de prosa sobre o habeas corpus.
Tem correria no ar. Em recente carta endereçada ao ministro alvo da detração, Glaucenir pede perdão pelo rompante virtual e diz que, na verdade, é um admirador de Gilmar. LEIA:
Diante de tantos desencontros de informação só deve restar uma conclusão: ninguém é culpado nessa história. Tudo foi obra de Sobrenatural de Almeida, aquela personagem das crônicas de Nelson Rodrigues que sempre dava um jeitinho para garantir a vitória do tricolor das Laranjeiras nos momentos mais difíceis de uma partida.
RELEMBRE O ÁUDIO DE GLAUCENIR:
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*Agência VIU!








