Propinoduto do setor de transportes envolve dezenas de parlamentares da Alerj; MPF também teria rastreado o esquema de lavagem de dinheiro;
Da redação
Deputados da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro terão o carnaval da agonia. Os parlamentares temem a quarta-feira de cinzas, quando a qualquer momento poderá eclodir um novo capítulo da Operação Lava Jato. O Ministério Público Federal (MPF) já trabalha em nova denúncia e desta vez poderá pedir a prisão de outros parlamentares.
Processos da Operação Cadeia Velha de reús sem foro vão para juiz Bretas- https://t.co/ISCakMOg7E pic.twitter.com/OcCgzdT6r1
— Diário do Poder (@diariodopoder) December 8, 2017
Três deputados já foram presos no âmbito da Operação Cadeia Velha, o presidente Jorge Picciani, o ex-líder do governo Pezão, Edson Albertassi e Paulo Melo, todos do MDB. O MPF já teria em mãos elementos de convicção para abalar os alicerces do Palácio Tiradentes. As investigações também mapearam um suposto esquema de lavagem de dinheiro em diferentes ramos comerciais.
Em julho do ano passado, o jornalista Roberto Barbosa divulgou no Portal VIU! que o listão de propina do Detro-RJ teria os nomes de 51 parlamentares, sem contar alguns ex-deputados que também já pertenceram ao clube da propina. O Detro é um órgão que fiscaliza o encrencado setor de transportes coletivos no Estado do Rio, uma das pontas do iceberg que está no radar dos promotores. É uma autarquia que se tornou conhecidíssima por conta da corrupção desenfreada.
*Agência VIU!








