Rodoviários sem salários há três meses e no setor público RPAs recebem parcelas de R$ 500 mensais; situações são análogas à escravidão;
Rodoviários de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, estão trabalhando em condições análogas a escravidão. Sem receber salários há três meses, os trabalhadores denunciam que muitos já estão passando fome ou aliviando a situação de penúria com auxilio de familiares.
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As empresas alegam que falta dinheiro, porque a prefeitura deve três meses de repasses dos subsídios da passagem social. O município mantinha um programa de passagem a R$ 1. A tarifa tinha o custo de R$ 2,75, mas a prefeitura compensa o custo com repasses aos empresários.
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Em greve decretada na última semana, os trabalhadores foram obrigados pela justiça do trabalho a manter 60% da frota funcionando. A medida é criticada pelos trabalhadores, porque segundo eles, a decisão da Justiça do Trabalho que por um lado obriga a circulação parcial da frota, por outro lado não obriga as empresas a regularizar os salários.
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A precariedade no ambiente de trabalho também atinge o setor público. No dia 5 de outubro, o ex-governador do Rio, Anthony Garotinho, formalizou denuncia ao Ministério Público Federal afirmando que trabalhadores que atuam na Prefeitura de Campos também estariam em situação análoga a escravidão. Os contratados por meio de RPA, por exemplo, estariam recebendo salários parcelados, que variam entre R$ 100 e R$ 500 mensais.
Os servidores da Saúde acusam o prefeito Rafael Diniz (PPS) de dobrar a carga horária e cortar alimentação.
*Agência VIU!








