quinta-feira, 22 outubro, 2026
Portal Viu
  •  
  • Política
  • Cidade
  • Fonte Exclusiva
  • Economia
  • Mundo
  • Opinião
  • D+News
  • Colunistas
  • Apuração Eleições 2026
Nada encontrado
Ver todos os resultados
Portal Viu
  •  
  • Política
  • Cidade
  • Fonte Exclusiva
  • Economia
  • Mundo
  • Opinião
  • D+News
  • Colunistas
  • Apuração Eleições 2026
Nada encontrado
Ver todos os resultados
Portal Viu
Nada encontrado
Ver todos os resultados

Seguro obrigatório pode não cobrir destruição causada por queda de aeronave

Sem apólice complementar, moradores e condomínios podem ter que buscar ressarcimento na Justiça após acidentes.

redacao Por redacao
16/06/2026 - 16:18
em Brasil
A A
Seguro obrigatório aeronáutico tem limites e pode deixar condomínios e proprietários expostos após quedas de aviões.

📸Agência Fonte Exclusiva

Compartilhar:

A sequência recente de acidentes envolvendo aeronaves de pequeno e médio porte em áreas urbanas no Brasil voltou a chamar atenção para um problema que vai além da segurança de voo: a proteção financeira de pessoas, condomínios e proprietários de imóveis atingidos por quedas de aviões ou helicópteros.

No país, o seguro obrigatório aeronáutico, conhecido como RETA, funciona como uma garantia básica de responsabilidade civil. Ele prevê indenizações para determinadas situações envolvendo passageiros, tripulantes, bagagens e terceiros em solo. No entanto, especialistas alertam que os valores previstos nesse tipo de cobertura podem ser insuficientes para reconstruir casas, prédios ou estruturas de grande porte destruídas em acidentes.

De acordo com Alexandre Marroquim, diretor de Specialty/Aviation da Alper Seguros, confiar apenas na cobertura obrigatória pode representar um risco elevado para o proprietário ou operador da aeronave. Segundo ele, quando o valor disponível não cobre todos os prejuízos materiais e pessoais, o responsável pelo voo pode ser obrigado a complementar as indenizações com recursos próprios.

“O risco para o proprietário está principalmente na insuficiência de fundos para indenização material ou pessoal. Isso pode obrigá-lo a indenizar com recursos próprios e colocar em risco seu patrimônio, dependendo do tipo de sinistro e das pessoas envolvidas”, afirma Marroquim.

Leia Também

Emissões de gases de efeito estufa caem 9% no Brasil em 2025

Prefeituras têm até 12 de dezembro para prestar contas sobre gestão de praias e orlas

O problema se torna ainda mais grave quando a queda ocorre sobre prédios residenciais ou condomínios. Se a aeronave não tiver uma apólice complementar de Responsabilidade Civil, conhecida como RC, os moradores podem enfrentar um caminho longo e complexo para recuperar os prejuízos.

Segundo o especialista, há dois cenários possíveis. No primeiro, o proprietário da aeronave assume os custos e busca um acordo extrajudicial para reparar os danos. No segundo, considerado o mais preocupante, moradores e condomínio precisam arcar inicialmente com reformas, obras emergenciais e recuperação da estrutura, para depois cobrar judicialmente o ressarcimento do operador responsável.

Essa disputa pode se arrastar por anos na Justiça, ampliando o impacto financeiro e emocional para famílias que já foram atingidas diretamente pelo acidente. Caso a aeronave estivesse sendo operada por terceiros, como uma empresa de táxi-aéreo, essa empresa também pode ser acionada judicialmente.

A indenização por danos a imóveis costuma considerar critérios como valor venal, informações do IPTU, idade da construção, estado de conservação e extensão dos danos. O objetivo é recompor o bem ao estado anterior ao acidente. Ainda assim, há perdas que podem não estar previstas na cobertura.

Marroquim explica que a desvalorização imobiliária após um acidente, mesmo com o imóvel reparado, não costuma ser contemplada. Por outro lado, despesas ligadas ao apoio psicológico dos moradores afetados podem ser incluídas em apólices de responsabilidade civil, dependendo das condições contratadas.

Outro ponto de atenção envolve aeronaves mais antigas. Segundo o especialista, aviões com mais de 25 anos podem ter dificuldade para obter coberturas mais amplas, devido às restrições impostas por seguradoras. Em alguns casos, o próprio proprietário opta por manter apenas o seguro obrigatório, reduzindo a proteção em caso de sinistro de grandes proporções.

Diante desse cenário, a recomendação para condomínios e residências localizados em regiões próximas a aeroportos, rotas aéreas ou áreas com intenso tráfego de helicópteros é avaliar a contratação de seguro patrimonial com cobertura específica para queda de aeronave.

Esse tipo de proteção pode estar incluído em algumas apólices residenciais ou condominiais, inclusive dentro da cobertura básica, dependendo da seguradora. Para Marroquim, essa é uma forma de garantir resposta mais rápida e segurança jurídica ao imóvel atingido, especialmente quando o causador do dano não possui cobertura suficiente para reparar todos os prejuízos.

*Da Agência  Fonte Exclusiva

Tags: #AcidentesAéreos#AlertaUrbano#Casas#predios#ProteçãoPatrimonial#SeguroRETA
Notícia anterior

CREA-RJ questiona nomeação de coronel da PM para comandar o DER-RJ

Próxima notícia

Ponte do Esqueleto pode ser demolida após tragédia com salto sem corda

redacao

redacao

Próxima notícia
Ponte do Esqueleto pode ser demolida após morte de jovem em salto sem equipamento de segurança no interior de São Paulo.

Ponte do Esqueleto pode ser demolida após tragédia com salto sem corda

Tragédia com time de basquete no Ceará é investigada pela polícia; veículo tombou na CE-187 durante a madrugada.

Tragédia no Ceará: acidente com delegação de basquete mata sete pessoas

COLUNISTAS

Entre palcos e palanques: o meio artístico ganha protagonismo na reta final da eleição

Fabrício Cabral
21/10/2026 05:09

Temperança marca a transição para outubro com mensagem de equilíbrio e renovação

Carlos Fracho
28/09/2026 05:56

Na mira do MPRJ: Ala inaugurada em 2024 no Hospital Manoel Carola nunca funcionou 

Douglas Fernandes
25/09/2026 04:20

Mentira e eleição: quando convencer vale mais que dizer a verdade

João Vicente
15/09/2026 08:44

Frederico Paes e o governo que tenta trocar espetáculo por entrega em Campos

Roberto Barbosa
07/07/2026 11:23

STF e autismo: quando a condição precisa ser visível para ser reconhecida

Karoline Barbosa
28/05/2026 09:10

Thiago Rangel mantém influência na Alerj mesmo após afastamento, aponta blog

Mathilde no Poder
14/05/2026 10:05

A história de Jacyr Barbetto em Campos dos Goytacazes-RJ (Parte II)

Leonardo Santos
01/05/2026 11:30

EDITORIAS

Brasil Canal VIU Cidade Concurso Cultura D+News Economia Esporte Fonte Exclusiva GEEK Mundo Opinião Política Saúde Tecnologia
Portal Viu
Universidade Candido MendesO

 

Notícias das cidades do Estado do Rio de Janeiro, com destaque para Macaé e Campos dos Goytacazes, além dos principais acontecimentos do Brasil e do mundo.

Conheça o Portal VIU!

E-mail: [email protected]

  •  
  • Política
  • Cidade
  • Fonte Exclusiva
  • Economia
  • Mundo
  • Opinião
  • D+News
  • Colunistas
  • Apuração Eleições 2026

Nada encontrado
Ver todos os resultados
  •  
  • Política
  • Cidade
  • Fonte Exclusiva
  • Economia
  • Mundo
  • Opinião
  • D+News
  • Colunistas
  • Apuração Eleições 2026

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In
Brasil inteiroVer por estado
Carregando dados oficiais do TSE…
Fonte: TSEAcompanhar apuração completa →

Add New Playlist