Ex-governador foi condenado no processo da Operação Chequinho; advogados devem ingressar com pedido de habeas corpus;
Da redação
Preso pela Polícia Federal no Rio de Janeiro nesta quarta-feira (12), o ex-governador do Rio Anthony Garotinho ficará em prisão domiciliar, em sua residência no bairro da Lapa, área central de Campos dos Goytacazes, Norte Fluminense.
A prisão se deu por conta da condenação em primeira instância, no âmbito da Operação Chequinho. Garotinho é réu no processo que apurou captação ilícita de votos com uso de programa social durante a disputa eleitora do ano passado. A sentença é do juiz Ralph Manhães.
Os advogados de defesa devem ingressar ainda hoje com pedido de habeas corpus junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
ENTENDA O CASO
A Polícia Federal (PF) prendeu o ex-governador na manhã desta quarta-feira (12), nos estúdios da Rádio Tupi, no Rio de Janeiro. Os agentes cumpriram um mandado de prisão domiciliar.
Três agentes estiveram por volta das 10h30m na porta da Rádio, em São Cristóvão, Zona Norte do Rio.
Garotinho apresentava seu programa diário na emissora, quando o mandado foi cumprido. O programa prosseguiu no ar até as 11h, com outro apresentador.
OPERAÇÃO CHEQUINHO
Garotinho é réu em decorrência da Operação Chequinho, que investiga suposta fraude nas eleições municipais de Campos no ano passado com o uso do programa assistencial Cheque Cidadão.
Em novembro, o ex-governador chegou a ser preso preventivamente junto com vereadores do município fluminense, mas obteve habeas corpus do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Na ocasião, a prisão foi decretada pelo juiz Glaucenir Silva de Oliveira, que atua como juiz substituto na 100ª Zona Eleitoral.
*Agência VIU!








