Uma nova etapa do programa Gás do Povo começou a beneficiar famílias em situação de vulnerabilidade em todo o Brasil, ampliando o acesso ao gás de cozinha por meio de um sistema de recarga gratuita.
Ao todo, cerca de 206 mil famílias passaram a ter direito ao vale-recarga, utilizado em revendas credenciadas em diferentes regiões do país.
Para realizar a retirada, o responsável familiar deve comparecer a uma das mais de 20 mil revendedoras participantes e fazer a validação eletrônica no momento da compra.
O procedimento pode ser realizado pelo aplicativo Meu Social – Gás do Povo, pelo cartão do Bolsa Família com chip ou pelo cartão de débito da Caixa Econômica Federal, além da confirmação via CPF e código enviado por SMS.
O programa vem sendo expandido gradualmente e já alcança escala nacional. Em março, passou a atender aproximadamente 15 milhões de famílias em todos os municípios brasileiros, consolidando-se como uma das maiores políticas de acesso ao chamado cozimento limpo.
A proposta do governo é substituir o antigo modelo de repasse em dinheiro por fornecimento direto do gás de cozinha, garantindo que o benefício seja utilizado exclusivamente para a compra do produto essencial ao preparo de alimentos.
Os dados do programa indicam que cerca de 92% dos beneficiários são mulheres responsáveis pelo domicílio, reforçando o foco da política em famílias em situação de vulnerabilidade social.
A implantação ocorreu de forma escalonada, com início em novembro de 2025 e expansão gradual até atingir todas as capitais e, posteriormente, o território nacional, incorporando famílias antes atendidas pelo Auxílio Gás.
Além do acesso ao gás de cozinha, a iniciativa busca reduzir a chamada pobreza energética, diminuindo a dependência de alternativas como lenha e carvão, que podem trazer riscos à saúde.
Para participar, é necessário estar inscrito no Bolsa Família, ter renda per capita de até meio salário-mínimo, manter o Cadastro Único atualizado e possuir CPF regular do responsável familiar.
Informações sobre o programa podem ser consultadas em canais oficiais do governo federal e da Caixa Econômica Federal.
*Da Agência Fonte Exclusiva








