No sul do Irã, valas começaram a ser abertas para o sepultamento de meninas de uma escola primária atingida durante ataques realizados por Estados Unidos e Israel no último sábado (28).
Fotografias divulgadas pela agência estatal IRNA mostram o andamento das escavações para as alunas que perderam a vida no bombardeio.
De acordo com a IRNA, o ataque à escola feminina em Minab deixou 165 mortos e 96 feridos. O The Guardian aponta que este é o incidente com maior número de vítimas em um único local desde o início da ofensiva conjunta de EUA e Israel contra o Irã.
A ONG Crescente Vermelho Iraniano atualizou o balanço geral, informando que o total de mortos chega a 555, enquanto os feridos somam 747, com 131 áreas residenciais afetadas em diversas cidades iranianas.
O Ministério das Relações Exteriores do Irã classificou os ataques como “agressão militar criminosa” e reafirmou que suas Forças Armadas responderão “com firmeza”.
Metas dos Estados Unidos
O presidente Donald Trump detalhou quatro objetivos da ofensiva:
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Destruir arsenal de mísseis e infraestrutura militar: “Estamos destruindo as capacidades de mísseis do Irã — e isso está sendo visto a cada hora — assim como sua capacidade de fabricar novos”, afirmou.
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Anular a força naval iraniana: “Estamos aniquilando a Marinha deles. Já afundamos dez navios; Eles estão no fundo do mar”, declarou Trump.
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Impedir obtenção de armas nucleares pelo país: “Estamos garantindo que o maior patrocinador mundial do terrorismo nunca possa obter uma arma nuclear. Eles nunca terão isso.”
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Reduzir influência regional do Irã: Segundo Trump, a meta é impedir que o país “continue armando, financiando e dirigindo exércitos terroristas além de suas fronteiras”.
O ataque em Minab e a escalada da ofensiva conjunta aumentam a tensão no Oriente Médio, com risco de novos confrontos e repercussões internacionais significativas.
*Da Agência Fonte Exclusiva








