Trinta anos após a trágica morte dos integrantes do grupo Mamonas Assassinas, a exumação realizada no Cemitério Parque das Primaveras trouxe à luz detalhes inéditos sobre o sepultamento do vocalista Dinho.
Durante o procedimento, conduzido nesta quarta-feira (25), uma jaqueta da equipe técnica foi encontrada cuidadosamente sobre o caixão do cantor, em excelente estado de conservação mesmo após três décadas.
A descoberta foi confirmada por Jorge Santana, primo de Dinho e responsável pela gestão da marca Mamonas Assassinas, em entrevista ao portal G1.
De acordo com ele, a peça de vestuário foi deixada por um membro da produção no momento do velório, em março de 1996, como forma simbólica de homenagem ao músico.
A exumação faz parte do projeto “Memorial Vivo”, desenvolvido pela administração do cemitério em parceria com os familiares da banda.
A iniciativa transforma as cinzas dos artistas em nutrientes que serão usados no plantio de árvores nativas, promovendo preservação ambiental e criando um espaço de memória viva para fãs e entes queridos.
A ação une respeito à história da banda e consciência ambiental, reforçando a importância de manter viva a lembrança daqueles que marcaram a cultura musical brasileira com humor irreverente e talento singular.
A preservação da jaqueta sobre o caixão de Dinho revela detalhes inéditos dos rituais realizados na época e simboliza a relação afetiva e profissional entre os músicos e sua equipe.
Para os familiares, cada item do sepultamento carrega significado profundo, e o projeto “Memorial Vivo” permite que essas lembranças se transformem em um legado concreto para as próximas gerações.
*Da Agência: Fonte Exclusiva








