O Parque Natural Municipal do Atalaia foi palco neste domingo (16) do segundo dia do 1º Congresso MeliponiRio, que reuniu especialistas, produtores e entusiastas da meliponicultura — a atividade dedicada à criação de abelhas sem ferrão. A programação, que ocorreu das 9h às 14h, teve troca de experiências, rodas de conversa e o tradicional concurso de méis, reforçando a importância da produção sustentável e da preservação das espécies nativas da Mata Atlântica.
Durante a manhã, os participantes acompanharam uma série de atividades práticas. Das 9h às 12h, meliponicultores conduziram as Experiências da Meliponicultura, com demonstrações de manejo, colônias e caixas. No mesmo período, das 9h às 10h, aconteceu a Meliponi-terapia, uma roda de conversa sobre práticas, vivências e produtos derivados das abelhas sem ferrão.
Das 10h às 11h, o público acompanhou a apresentação da Coopcab Abelhas Brasil, cooperativa baiana dedicada à meliponicultura, com palestra ministrada por Marcelo Alexandre Silva, do INCRA de Salvador. Em seguida, das 11h às 12h, ocorreu o Café, prosa e Concurso de Méis, organizado pela AmeRio, encerrando a programação do congresso antes do fechamento oficial do evento, entre 12h e 14h.
Realizado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), por meio do Núcleo em Ecologia e Desenvolvimento Socioambiental de Macaé (Nupem), o 1º Congresso MeliponiRio contou com patrocínio da Faperj e apoio da Prefeitura de Macaé, via Secretaria de Ambiente, Sustentabilidade e Clima, além de outras instituições estaduais e federais.
Iniciado no sábado (15), o congresso reuniu pesquisadores e produtores de várias regiões do país e destacou o potencial da meliponicultura como atividade de geração de renda, educação ambiental e conservação dos ecossistemas.
*Da Agência Fonte Exclusiva.








