O médico e dirigente Celso Barros, ex-presidente da Unimed e candidato à presidência do Fluminense, morreu neste sábado aos 73 anos após sofrer um infarto. Barros passou mal de forma repentina durante a missa de Primeira Comunhão da neta e não resistiu.
Ele seguiria para as Laranjeiras na tarde de hoje, onde oficializaria sua candidatura nas eleições marcadas para o próximo dia 29.
Celso Barros ganhou notoriedade no futebol ao comandar a Unimed no período em que a empresa patrocinou o Fluminense, entre 1999 e 2014. Na época em que o clube se encontrava na Série C do Campeonato Brasileiro, o aporte financeiro da patrocinadora foi decisivo para recolocar o Tricolor entre os protagonistas do futebol nacional.
O Fluminense Football Club manifesta profundo pesar pelo falecimento do grande tricolor Celso Barros. Personagem de grande expressão na história do clube, Celso teve papel preponderante como presidente da patrocinadora do time que levantou títulos de relevância nacional, como a… pic.twitter.com/JcT5zUF1Ij
— Fluminense F.C. (@FluminenseFC) November 15, 2025
Durante esse ciclo, o Fluminense conquistou a Copa do Brasil de 2007, os Campeonatos Brasileiros de 2010 e 2012 e chegou à final da Libertadores em 2008.
Além da trajetória como dirigente esportivo, Barros era médico e chegou a ocupar cargos de destaque no Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro. Em 2019, foi eleito vice-presidente do Fluminense na chapa de Mário Bittencourt, mas a relação entre os dois se deteriorou durante o mandato, levando Celso a se tornar um dos principais opositores da atual gestão.
Para a eleição deste ano, Barros era novamente candidato e representava a oposição no pleito do próximo dia 29.
O Fluminense publicou uma nota de pesar nas redes sociais, destacando a importância de Celso Barros na história recente do clube e decretando luto oficial. O clube também disponibilizou o Salão Nobre das Laranjeiras para o velório e homenagens.
*Da Agência Fonte Exclusiva.








