O ativista Nicolas Calabrese, integrante da delegação brasileira na Flotilha Global Sumud, foi deportado de Israel após denunciar agressões de militares durante a captura do grupo. Ele afirmou que a ativista sueca Greta Thunberg foi uma das mais atingidas pela violência.
Calabrese, que mora no Rio de Janeiro há mais de uma década, atua como educador popular e coordenador da Rede Emancipa. Deportado para a Turquia no dia 4, ele seguiu viagem para a Itália e deve retornar ao Brasil nesta segunda-feira (6).
Israel confirmou a deportação de 171 estrangeiros, incluindo Greta, mas negou as acusações de maus-tratos. O governo afirmou que “todos os direitos legais foram respeitados” e classificou o episódio como “uma provocação do Hamas-Sumud”.
Segundo o movimento Adalah, ainda há 13 brasileiros detidos em prisões israelenses. Entre eles, estão a deputada Luizianne Lins e a vereadora Mariana Conti. Parte do grupo realiza greve de fome e sede, exigindo medicamentos e denunciando a situação dos palestinos na Faixa de Gaza.
*Da Agência Fonte Exclusiva.








