Em vídeo divulgado na quinta-feira (25), a ativista ambiental sueca Greta Thunberg declarou que “não tem medo de Israel”, mesmo reconhecendo que o risco aumenta à medida que sua missão humanitária se aproxima da Faixa de Gaza.
Ela afirmou que os ataques contra a flotilha do coletivo Global Sulmud Flotilla são uma “tentativa desesperada de nos intimidar e de amedrontar quem demonstra solidariedade à Palestina, contribuindo para desumanizar ainda mais os palestinos”. Segundo Greta, os barcos da missão foram alvo de “drones lançando explosivos, produtos químicos e objetos não identificados sobre e ao redor das embarcações”, mas ela prometeu manter-se firme.
Na terça-feira (24), a relatora especial da ONU para os territórios palestinos, Francesca Albanese, relatou que as embarcações foram atacadas pela sétima vez em poucos dias. O brasileiro Thiago Ávila, integrante da flotilha, reforçou que o objetivo da iniciativa “não violenta”, em conformidade com o direito internacional, é levar alimentos e suprimentos a uma população faminta.
A declaração de Greta repercutiu no Brasil também pelo fato de ela vestir uma camisa em homenagem à vereadora carioca Marielle Franco, assassinada em 2018. Em suas redes sociais, a deputada estadual Mônica Seixas (PSOL-SP) escreveu: “Educação popular que rompe fronteiras e se soma à luta internacionalista: contra o estado genocida de Israel, pela Palestina livre e pela união dos trabalhadores do mundo”.
Da Agência Fonte Exclusiva.








